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Quiksilver Pro Saquarema começa terça-feira na Praia de Itaúna

Surfistas de 19 países vão disputar o segundo QS 10000 do ano com pontuação máxima de 10.000 pontos para o World Surf League Qualifying Series no Maracanã do surfe brasileiro

 

[caption id="attachment_2059" align="aligncenter" width="500"]wiggolly dantas Quiksilver Pro Saquarema Praia de Itaúna Wiggolly Dantas (BRA)
Daniel Smorigo / WSL[/caption]

Os 96 surfistas de 19 países que vão competir no Quiksilver Pro Saquarema apresentado pela Powerade já estão divididos nas 24 baterias da primeira fase, que começa nesta terça-feira na Praia de Itaúna, também conhecida como o Maracanã do surfe brasileiro pela qualidade internacional das suas ondas. Entre os inscritos nesta segunda etapa com status máximo QS 10000, quinze são top-34 da elite que disputa o Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour este ano. Um deles é o atual campeão do evento, o paulista Wiggolly Dantas. Outra atração é o catarinense Alejo Muniz, que vai defender a liderança do ranking do WSL Qualifying Series na "Cidade do Surf" da Região dos Lagos do Rio de Janeiro.

O defensor do título do Quiksilver Pro Saquarema, Wiggolly Dantas, vai estrear só na 17.a bateria da primeira fase, junto com o também paulista Deivid Silva e os franceses Maxime Huscenot e Medi Veminardi, da Ilha Reunião. Já Alejo Muniz, que assumiu a ponta do ranking no primeiro QS 10000 do ano, encerrado no sábado com vitória de Filipe Toledo em Trestles, na Califórnia (EUA), entra na sexta com três surfistas de outros países, o australiano Yadin Nicol, o marroquino Ramzi Boukhiam e o português Marlon Lipke. O catarinense perdeu sua vaga na elite em 2014, mas começou bem a temporada com vitória no QS 6000 de Newcastle (AUS) e tirou a liderança do norte-americano Kolohe Andino quando passou para as oitavas de final na Califórnia.

Este será o primeiro evento da World Surf League no Brasil depois de Gabriel Medina conquistar o título mundial no ano passado. O Quiksilver Pro Saquarema ainda é o mais importante na batalha pelas dez vagas do WSL Qualifying Series para o seleto grupo dos 34 melhores surfistas do mundo. Além de Alejo Muniz, somente Michael Rodrigues, em nono lugar, chegam no Brasil neste grupo dos 10. O cearense compete logo na segunda bateria do dia na Praia de Itaúna, junto com o capixaba Krystian Kymerson, o baiano Marco Fernandez e o australiano Stu Kennedy, sexto colocado do ranking. Até o QS 10000 de Trestles eram quatro brasileiros no G-10, mas o pernambucano Ian Gouveia, o paulista Deivid Silva e o carioca Pedro Henrique, acabaram saindo da lista na Califórnia e só Michael Rodrigues entrou.

Desde 2009, um grande confronto internacional entre surfistas de várias partes do mundo vem acontecendo nas ondas poderosas da Praia de Itaúna. A maioria dos 96 inscritos no QS 10000 de Saquarema este ano é da Austrália, com 24 participantes contra 23 do Brasil. Estes dois países dividiram os títulos nas seis edições desta etapa, com Wiggolly Dantas igualando o placar em 3 a 3 com a vitória no ano passado. Depois, o maior pelotão estrangeiro vem dos Estados Unidos com dez competidores, seguido pelo Havaí (9), Portugal (7), França (4), Espanha (2), Japão (2), Nova Zelândia (2), Taiti (2), Argentina (2), Costa Rica (2), com outros sete países comparecendo com um representante cada, a Irlanda do top do CT, Glenn Hall, África do Sul, Marrocos, Uruguai e as ilhas Canárias, Guadalupe e Reunião.

TOPS DA ELITE - O Quiksilver Pro Saquarema promete ser emocionante desde o primeiro confronto do dia, que é encabeçado por uma das quinze estrelas da elite mundial, Adrian Buchan. Os adversários do australiano na disputa pelas duas primeiras vagas para a segunda fase são o havaiano Torrey Meister, o português Tomas Fernandes e o brasileiro Alex Ribeiro, atual campeão sul-americano da WSL South America com o título conquistado no ano passado. A segunda apresentação de tops do CT acontece na quarta bateria com Matt Wilkinson, australiano que festejou vitória nas ondas de Itaúna em 2012. Ele enfrentará o sul-africano Beyrick De Vries, o brasileiro David do Carmo e o argentino Leandro Usuna.

O próximo é o potiguar Italo Ferreira, que entra na disputa seguinte em uma bateria sul-americana com o pernambucano Ian Gouveia, o argentino Santiago Muniz e o uruguaio Marco Giorgi. Depois tem três confrontos seguidos com tops do CT, o oitavo com o irlandês Glenn Hall, o nono com Keanu Asing que foi vice-campeão na final conta Wiggolly Dantas no ano passado e o décimo com o também havaiano Dusty Payne. Outro havaiano da elite estreia na 12.a bateria, Sebastian Zietz, com o potiguar Jadson André entrando na seguinte. Aí vem mais uma sequência de três baterias com estrelas da elite, a 15.a do norte-americano Brett Simpson, a 16.a do australiano Adam Melling e a 17.a do defensor do título em Saquarema, Wiggolly Dantas.

Completam a lista dos top-34 que participarão do Quiksilver Pro Saquarema o havaiano Fredrick Patacchia na vigésima bateria, o australiano Matt Banting na 21.a, o neozelandês Ricardo Christie na 22.a e o francês Jeremy Flores na 24.a e última bateria. Nesta primeira fase, os dois primeiros colocados de cada confronto avançam para a rodada seguinte, o terceiro termina em 49.o lugar no evento recebendo 600 pontos e 1.000 dólares de prêmio, enquanto o último fica em 73.o lugar com 550 pontos e 750 dólares pela participação. Já o campeão que será conhecido no domingo, fatura o prêmio máximo de 40.000 dólares e marca decisivos 10.000 pontos na corrida pelas dez vagas do WSL Qualifying Series para a elite do CT.

OBSERVAÇÃO: as baterias podem sofrer modificações até o início do campeonato e a versão mais atualizada pode ser acessada pelo link abaixo:
http://www.worldsurfleague.com/events/2015/mqs/1230/quiksilver-pro-saquarema

O POWERADE apresenta QUIKSILVER PRO SAQUAREMA 2015 é uma realização da Associação Brasileira de Surf Profissional (ABRASP), com patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro - Lei de Incentivo ao Esporte, Prefeitura Municipal de Saquarema. O apoio é da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ) e Associação de Surf de Saquarema (ASS). O evento será transmitido ao vivo pelo www.worldsurfleague.com.

SOBRE A QUIKSILVER - A Quiksilver foi fundada em 1969 e está sediada em Huntington, na Califórnia, Estados Unidos. A marca desenvolve e distribui em todos os continentes uma linha ampla de produtos que inclui roupas, calçados e acessórios voltados para homens, mulheres e crianças. O grupo também inclui as marcas Roxy e DC Shoes e é reconhecido por oferecer produtos de qualidade voltados para praticantes de esportes com pranchas e para os adeptos da natureza, que buscam um estilo de vida proveniente de esportes ao ar livre como surf, skate, snowboarder, BMX, entre outros.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE - a World Surf League (WSL) organiza as competições anuais de surfe profissional e as transmissões ao vivo de cada etapa pelo worldsurfleague.com, com todo o drama e aventura do surfe competitivo em qualquer lugar e na hora que acontecer. As sanções da WSL são para os circuitos: World Surf League Championship Tour (CT), que define os campeões mundiais da temporada, Qualifying Series (QS), Big Wave Tour, Longboard e Pro Junior. A organização da WSL está sediada em Santa Monica, Califórnia, com escritório comercial em Nova York, além de sete escritórios regionais de apoio na organização dos eventos, na América do Norte, Havaí, América do Sul, Europa, Austrália, África e Ásia.

CAMPEÕES DO MUNDIAL WQS EM SAQUAREMA:
2014: Wiggolly Dantas (BRA) no Powerade apresenta Quiksilver Saquarema Prime
2013: Mitch Coleborn (AUS) no Coca-Cola apresenta Quiksilver Saquarema Prime
2012: Matt Wilkinson (AUS) no Coca-Cola apresenta Quiksilver Saquarema Prime
2011: Kai Otton (AUS) no Coca-Cola apresenta Oakley Saquarema Prime
2010: Willian Cardoso (BRA) no ASP 6-Star Coca-Cola Saquarema Pro
2009: Neco Padaratz (BRA) no ASP 6-Star Coca-Cola Saquarema Pro

PRIMEIRA FASE DO POWERADE APRESENTA QUIKSILVER PRO SAQUAREMA:
-----------1.o e 2.o=Segunda Fase / 3.o=49.o lugar (US$ 1.000 e 600 pts) / 4.o=73.o lugar (US$ 750 e 550 pts):
1.a: Adrian Buchan (AUS), Torrey Meister (HAV), Alex Ribeiro (BRA), Tomas Fernandes (PRT)
2.a: Stu Kennedy (AUS), Michael Rodrigues (BRA), Krystian Kymerson (BRA), Marco Fernandez (BRA)
3.a: Jack Freestone (AUS), Tanner Gudauskas (EUA), Mateia Hiquily (TAH), Nathan Yeomans (EUA)
4.a: Matt Wilkinson (AUS), Beyrick De Vries (AFR), David do Carmo (BRA), Leandro Usuna (ARG)
5.a: Italo Ferreira (BRA), Ian Gouveia (BRA), Santiago Muniz (ARG), Marco Giorgi (URU)
6.a: Alejo Muniz (BRA), Yadin Nicol (AUS), Ramzi Boukhiam (MAR), Marlon Lipke (PRT)
7.a: Joan Duru (FRA), Garrett Parkes (AUS), Hizunomê Bettero (BRA), Granger Larsen (HAV)
8.a: Glenn Hall (IRL), Vasco Ribeiro (PRT), Connor O´Leary (AUS), Takumi Yasui (JPN)
9.a: Keanu Asing (HAV), Brent Dorrington (AUS), Noe Mar McGonagle (CRI), Thomas Woods (AUS)
10: Dusty Payne (HAV), Tim Reyes (EUA), Aritz Aranburu (ESP), Cahill Bell-Warren (AUS)
11: Wade Carmichael (AUS), Nathan Hedge (AUS), Cooper Chapman (AUS), Jean da Silva (BRA)
12: Sebastian Zietz (HAV), Conner Coffin (EUA), Mitch Coleborn (AUS), convidado do evento
13: Jadson André (BRA), Caio Ibelli (BRA), Heitor Alves (BRA), Micheal Wright (AUS)
14: Jonathan Gonzalez (CNY), Tomas Hermes (BRA), Nic Von Rupp (PRT), Thiago Camarão (BRA)
15: Brett Simpson (EUA), Ryan Callinan (AUS), Gony Zubizareta (ESP), Hiroto Ohhara (JPN)
16: Adam Melling (AUS), Patrick Gudauskas (EUA), Lucas Silveira (BRA), Bino Lopes (BRA)
17: Wiggolly Dantas (BRA), Maxime Huscenot (FRA), Deivid Silva (BRA), Medi Veminardi (REU)
18: Michael Dunphy (EUA), Willian Cardoso (BRA), Tom Whitaker (AUS), José Ferreira (PRT)
19: Charles Martin (GLP), Carlos Munoz (CRI), Tanner Hendrickson (HAV), Luke Davis (EUA)
20: Fredrick Patacchia (HAV), Dion Atkinson (AUS), Mason Ho (HAV), Messias Felix (BRA)
21: Matt Banting (AUS), Frederico Morais (PRT), Ezekiel Lau (HAV), Steven Pierson (TAH)
22: Ricardo Christie (NZL), Billy Stairmand (NZL), Chris Ward (EUA), Kanoa Igarashi (EUA)
23: Jessé Mendes (BRA), Davey Cathels (AUS), Marc Lacomare (FRA), Perth Standlick (AUS)
24: Jeremy Flores (FRA), Tiago Pires (PRT), Mitch Crews (AUS), Soli Bailey (AUS)

Filipe Toledo vence o Oakley Lowers Pro

Paulista ganhou o primeiro QS 10000 do ano derrotando o francês Jeremy Flores em casa por morar em San Clemente e Alejo Muniz assumiu a ponta do WSL Qualifying Series e vai defender a liderança do ranking no Quiksilver Pro Saquarema

 

[caption id="attachment_2044" align="aligncenter" width="500"]Podio Oakley Lower Pro 2015 Foto Sean Rowland / WSL Podio Oakley Lower Pro 2015 Foto Sean Rowland / WSL[/caption]

O paulista Filipe Toledo usou os aéreos para liquidar seus adversários nas ondas de Lower Trestles e festejar o terceiro título consecutivo do Brasil em etapas do Qualifying Series em San Clemente, na Califórnia, Estados Unidos. O evento ficou dois anos sem ser realizado e voltou agora promovendo o primeiro QS 10000 da World Surf League, com Filipe faturando o prêmio máximo de 40 mil dólares derrotando o francês Jeremy Flores na bateria decisiva do sábado por 16,30 a 13,70 pontos. A segunda etapa de 10.000 pontos para o ranking do WSL Qualifying Series é no Brasil, o Quiksilver Pro Saquarema apresentado pela Powerade, que começa terça-feira nas ondas poderosas da Praia de Itaúna, na Cidade do Surf da Região dos Lagos do Rio de Janeiro.

"Eu estava definitivamente muito animado esta semana por poder ficar com meus amigos e minha família aqui em San Clemente", disse Filipe Toledo. "Eu sinto uma energia muito boa quando estou com eles e acho que isso me deixou mais relaxado e tranquilo para poder competir me divertindo, só querendo fazer o meu melhor nas ondas. Eu me senti bem confortável, confiante para fazer as manobras e minhas pranchas também estavam incríveis. Foi tudo maravilhoso".

Esta foi a segunda vitória de Filipe Toledo nos quatro eventos que ele disputou este ano. A primeira foi na etapa de abertura do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour na Gold Coast, Austrália, quando ele liderou o ranking mundial pela primeira vez. E com os 10.000 pontos recebidos pelo título em San Clemente, ele foi direto para a segunda posição no ranking do WSL Qualifying Series, que passou a ser liderado por Alejo Muniz. O catarinense assumiu a ponta com os 3.700 pontos que ele marcou pelo nono lugar, com a derrota para o havaiano Dusty Payne nas oitavas de final. Filipe atualmente mora na cidade de San Clemente e o Brasil já vinha de um bicampeonato nas últimas etapas do QS disputadas em Trestles, com Miguel Pupo em 2011 e Gabriel Medina em 2012.

Nas ondas de 2-4 pés que rolaram durante esta semana em Lower Trestles, Filipe usou o seu vasto repertório de aéreos acrobáticos para vencer todas as baterias do Oakley Pro Trestles que disputou. No sábado decisivo, começou o dia despachando Charles Martin, da Ilha Guadalupe, nas quartas de final. Depois passou pelo havaiano Dusty Payne e na final ganhou as duas maiores notas das bateria contra o francês Jeremy Flores, 8,30 e 7,83. Ele agora volta a se concentrar somente no Oi Rio Pro, a etapa brasileira da World Surf League que começa em 11 de maio e vai até o dia 22 na Barra da Tijuca, Rio de Janeiro. Filipe já está escalado para estrear na décima bateria com o também brasileiro Miguel Pupo e o australiano Matt Banting.

"O título mundial é definitivamente o que está na minha mente esse ano e eu não posso esperar para conseguir a camisa amarela (de líder do ranking) de volta", disse Filipe Toledo. "O campeonato no Brasil certamente vai ser incrível, com grande público para apoiar a gente, principalmente depois do título mundial do Gabriel (Medina) no ano passado. Vai ser uma loucura e não vejo a hora que chegue logo o evento, porque é muito bom competir no Brasil, ao lado da nossa torcida".

Filipe preferiu nem participar do Quiksilver Pro Saquarema apresentado pela Powerade para manter o foco somente no Oi Rio Pro. Ao contrário, o vice-campeão do Oakley Lowers Pro, Jeremy Flores, bem como o também integrante da elite dos top-34 da World Surf League, Dusty Payne, que dividiu o terceiro lugar na Califórnia com o australiano Wade Carmichael, vão competir nas ondas da Praia de Itaúna antes da etapa brasileira do CT na capital do Rio de Janeiro. Aliás, quase metade do atual grupo que disputa o título mundial deste ano vai participar do QS 10000 de Saquarema, dezesseis no total.

SEIS MUDANÇAS NO G-10 - Os 10.000 pontos colocados em jogo nestas etapas com status máximo do WSL Qualifying Series são decisivos na briga pelas dez vagas para o seleto grupo dos 34 melhores surfistas do mundo. Na Califórnia, o resultado do Oakley Lowers Pro modificou bastante o ranking, com seis mudanças de nomes no G-10. Os únicos que permaneceram na lista foram o catarinense Alejo Muniz, que vai defender a liderança do ranking no Quiksilver Pro Saquarema, o australiano Jack Freestone, que manteve a terceira posição, o norte-americano Kolohe Andino, que caiu do primeiro para o quarto lugar, e o australiano Stu Kennedy, que permaneceu em sexto.

Os finalistas Filipe Toledo e Jeremy Flores são as primeiras novidades, mas eles já estão entre os top-22 do CT que são mantidos na elite para o ano que vem e dispensam a classificação pelo QS. Os que passaram a figurar no G-10 foram o norte-americano Michael Dunphy em sétimo lugar no ranking, o australiano Wade Carmichael em oitavo, o cearense Michael Rodrigues em nono, o havaiano Dusty Payne em décimo, Charles Martin da ilha Guadalupe em 11.o e o francês Joan Duru em 12.o. Eles tiraram três brasileiros da zona de classificação, o pernambucano Ian Gouveia, o paulista Deivid Silva e o carioca Pedro Henrique, além do australiano Ryan Callinan, o taitiano Mateia Hiquily e o norte-americano Evan Geiselman.

Michael Rodrigues foi o único brasileiro a entrar no G-10 nos Estados Unidos, sem contar o novo vice-líder, Filipe Toledo. O cearense também é especialista em aéreos e as ondas de Lower Trestles estavam formando boas rampas para voar durante toda a semana. Ele também competiu no sábado decisivo do Oakley Lowers Pro e perdeu por pouco para o vice-campeão Jeremy Flores nas oitavas de final que abriram o último dia na Califórnia. O placar terminou em 16,77 a 16,50 pontos, com Michael Rodrigues dividindo o nono lugar com outros dois brasileiros, o paulista Miguel Pupo barrado pelo americano Tanner Gudauskas e o novo líder Alejo Muniz pelo havaiano Dusty Payne.

CAPITAL MUNDIAL DO SURF - Agora o Brasil se transforma na capital mundial do surf com os dois eventos mais importantes do calendário da World Surf League sendo realizados nas próximas semanas no Rio de Janeiro. O primeiro é o QS 10000 Quiksilver Pro Saquarema apresentado pela Powerade, que começa na terça-feira e vai até domingo no Maracanã do Surf, como é conhecida a Praia de Itaúna pela potência das suas ondas. Depois, o Oi Rio Pro com os melhores surfistas do mundo disputando o quarto desafio do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour entre os dias 11 e 22 de maio na Barra da Tijuca. O palco principal é nas ondas do Postinho e uma estrutura alternativa estará instalada no Meio da Barra, próximo ao Posto 6, para ser utilizada se as ondas estiverem melhores.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE - a World Surf League (WSL) organiza as competições anuais de surfe profissional e as transmissões ao vivo de cada etapa pelo worldsurfleague.com, com todo o drama e aventura do surfe competitivo em qualquer lugar e na hora que acontecer. As sanções da WSL são para os circuitos: World Surf League Championship Tour (CT), que define os campeões mundiais da temporada, Qualifying Series (QS), Big Wave Tour, Longboard e Pro Junior. A organização da WSL está sediada em Santa Monica, Califórnia, com escritório comercial em Nova York, além de sete escritórios regionais de apoio na organização dos eventos, na América do Norte, Havaí, América do Sul, Europa, Austrália, África e Ásia.

G-10 DO WORLD SURF LEAGUE QUALIFYING SERIES 2015 - 9 etapas:
1.o: Alejo Muniz (BRA) - 11.250 pontos
2.o: Filipe Toledo (BRA) - 10.000
3.o: Jack Freestone (AUS) - 9.750
4.o: Kolohe Andino (EUA) - 9.360
5.o: Jeremy Flores (FRA) - 8.400
6.o: Stu Kennedy (AUS) - 8.295
7.o: Michael Dunphy (EUA) - 7.750
8.o: Wade Carmichael (AUS) - 7.705
9.o: Michael Rodrigues (BRA) - 7.080
10.o: Dusty Payne (HAV) - 7.055
11.o: Charles Martin (GLP) - 6.360
12.o: Joan Duru (FRA) - 6.180
----------próximos sul-americanos até 100:
17: Ian Gouveia (BRA) - 5.030 pontos
22: Jessé Mendes (BRA) - 4.750
25: Deivid Silva (BRA) - 4.560
27: Pedro Henrique (BRA) - 4.355
29: Miguel Pupo (BRA) - 4.100
34: Thiago Camarão (BRA) - 3.630
42: Lucas Silveira (BRA) - 3.125
43: Miguel Tudela (PER) - 3.110
44: Hizunomê Bettero (BRA) - 3.090
45: Willian Cardoso (BRA) - 3.050
46: Luel Felipe (BRA) - 3.030
52: Jean da Silva (BRA) - 2.610
56: Alex Ribeiro (BRA) - 2.420
57: David do Carmo (BRA) - 2.400
59: Caio Ibelli (BRA) - 2.300
71: Alan Donato (BRA) - 2.040
72: Wiggolly Dantas (BRA) - 2.000
74: Victor Bernardo (BRA) - 1.955
76: Rafael Teixeira (BRA) - 1.930
79: Heitor Alves (BRA) - 1.870
81: Santiago Muniz (ARG) - 1.815
82: Krystian Kymerson (BRA) - 1.800
85: Tomas Hermes (BRA) - 1.700
88: Leandro Usuna (ARG) - 1.620
96: Robson Santos (BRA) - 1.500
98: Matheus Navarro (BRA) - 1.460
101: Marco Giorgi (URU) - 1.430

FINAL DO QS 10000 OAKLEY LOWERS PRO:
Campeão: Filipe Toledo (BRA) por 16,13 pontos (notas 8,30+7,83) - US$ 40.000 e 10.000 pontos
Vice-campeão: Jeremy Flores (FRA) com 13,70 pontos (7,20+6,50) - US$ 20.000 e 8.000 pontos

SEMIFINAIS - 3.o lugar com 6.500 pontos e US$ 11.000 de prêmio:
1.a: Filipe Toledo (BRA) 17.24 x 13.27 Dusty Payne (HAV)
2.a: Jeremy Flores (FRA) 12.77 x 11.30 Wade Carmichael (AUS)

QUARTAS DE FINAL - 5.o lugar com 5.200 pontos e US$ 7.000:
1.a: Filipe Toledo (BRA) 15.00 x 13.30 Charles Martin (GLP)
2.a: Dusty Payne (HAV) 17.67 x 9.66 Yadin Nicol (AUS)
3.a: Wade Carmichael (AUS) 15.73 x 14.50 Tanner Gudauskas (EUA)
4.a: Jeremy Flores (FRA) 16.37 x 14.23 Michael Dunphy (EUA)

OITAVAS DE FINAL - 9.o lugar com 3.700 pontos e US$ 4.300:
1.a: Filipe Toledo (BRA) 16.94 x 14.90 Conner Coffin (EUA)
2.a: Charles Martin (GLP) 16.63 x 11.73 Stu Kennedy (AUS)
3.a: Dusty Payne (HAV) 17.14 x 16.90 Alejo Muniz (BRA)
4.a: Yadin Nicol (AUS) 13.16 x 7.47 Joan Duru (FRA)
5.a: Wade Carmichael (AUS) 14.67 x 13.34 Jack Freestone (AUS)
6.a: Tanner Gudauskas (EUA) 14.77 x 11.83 Miguel Pupo (BRA)
7.a: Michael Dunphy (EUA) 12.33 x 12.03 Adam Melling (AUS)
8.a: Jeremy Flores (FRA) 16.77 x 16.50 Michael Rodrigues (BRA)

BATERIAS DOS SUL-AMERICANOS NAS PRIMEIRAS FASES DO QS 10000 OAKLEY LOWERS PRO:

TERCEIRA FASE - 1.o e 2.o=Oitavas de Final / 3.o=17.o lugar com US$ 2.700 e 2.200 pontos:
1.a: 1-Filipe Toledo (BRA)=16.13, 2-Charles Martin (GLP)=13.60, 3-Tanner Hendrickson (HAV)=11.23
3.a: 1-Alejo Muniz (BRA)=17.26, 2-Joan Duru (FRA)=14.16, 3-Ezekiel Lau (HAV)=13.43
5.a: 1-Jack Freestone (AUS)=17.54, 2-Miguel Pupo (BRA)=15.47, 3-Patrick Gudauskas (EUA)=13.50
7.a: 1-Adam Melling (AUS)=15.00, 2-Jeremy Flores=13.24, 3-Kelly Slater (EUA)=12.97
8.a: 1-Michael Rodrigues (BRA)=14.24, 2-Michael Dunphy (EUA)=11.00, 3-Ryan Callinan (AUS)=9.00

SEGUNDA FASE - Round of 48 - 3.o=25.o lugar (US$ 1.900 e 1.100 pts) / 4.o=37.o lugar (US$ 1.600 e 1.000 pts):
---------------realizada até a 10.a bateria na quinta-feira:
1.a: 1-Filipe Toledo (BRA), 2-Stu Kennedy (AUS), 3-Jadson André (BRA), 4-Lucas Silveira (BRA)
3.a: 1-Conner Coffin (EUA), 2-Tanner Hendrickson (HAV), 3-Heitor Alves (BRA), 4-Krystian Kymerson (BRA)
5.a: 1-Ezekiel Lau (HAV), 2-Yadin Nicol (AUS), 3-Jessé Mendes (BRA), 4-Granger Larsen (HAV)
6.a: 1-Davey Cathels (AUS), 2-Alejo Muniz (BRA), 3-Fredrick Patacchia (HAV), 4-Vasco Ribeiro (PRT)
7.a: 1-Jack Freestone (AUS), 2-Nathan Hedge (AUS), 3-Thiago Camarão (BRA), 4-Tim Reyes (EUA)
8.a: 1-Tanner Gudauskas (EUA), 2-Patrick Gudauskas (EUA), 3-Adrian Buchan (AUS), 4-Wiggolly Dantas (BRA)
9.a: 1-Wade Carmichael (AUS), 2-Miguel Pupo (BRA), 3-Kolohe Andino (EUA), 4-David do Carmo (BRA)
10.a: 1-Adam Melling (AUS), 2-Michael Rodrigues (BRA), 3-Marc Lacomare (FRA), 4-Frederico Morais (PRT)
---------------baterias que abriram a sexta-feira:
11.a: 1-Kelly Slater (EUA), 2-Michael Dunphy (EUA), 3-Willian Cardoso (BRA), 4-Alex Ribeiro (BRA)

PRIMEIRA FASE - Round of 96 - 3.o=49.o lugar (US$ 1.000 e 600 pts) / 4.o=73.o lugar (US$ 750 e 550 pts):
---------------realizada até a 17.a bateria na quarta-feira:
1.a: 1-Filipe Toledo (BRA), 2-Tiago Pires (PRT), 3-Dion Atkinson (AUS), 4-Soli Bailey (AUS)
3.a: 1-Charles Martin (GLP), 2-Lucas Silveira (BRA), 3-Matt Wilkinson (AUS), 4-Luke Davis (EUA)
4.a: 1-Brent Dorrington (AUS), 2-Jadson André (BRA), 3-Deivid Silva (BRA), 4-Cahill Bell-Warren (AUS)
5.a: 1-Heitor Alves (BRA), 2-Marlon Lipke (PRT), 3-Sebastian Zietz (HAV), 4-Beyrick De Vries (AFR)
7.a: 1-Dusty Payne (HAV), 2-Krystian Kymerson (BRA), 3-Tomas Hermes (BRA), 4-Chris Ward (EUA)
9.a: 1-Yadin Nicol (AUS), 2-Davey Cathels (AUS), 3-Bino Lopes (BRA), 4-Glenn Hall (IRL)
11: 1-Alejo Muniz (BRA), 2-Jessé Mendes (BRA), 3-Tom Whitaker (AUS), 4-Ian Walsh (HAV)
12: 1-Vasco Ribeiro (PRT), 2-Ezekiel Lau (HAV), 3-Hizunomê Bettero (BRA), 4-Caio Ibelli (BRA)
13: 1-Thiago Camarão (BRA), 2-Patrick Gudauskas (EUA), 3-Thomas Woods (AUS), 4-Torrey Meister (HAV)
15: 1-Wiggolly Dantas (BRA), 2-Nathan Hedge (AUS), 3-Noe Mar McGonagle (CRI), 4-José Ferreira (PRT)
16: 1-Adrian Buchan (AUS), 2-Tim Reyes (EUA), 3-Nathan Yeomans (EUA), 4-Santiago Muniz (ARG)
17: 1-Kolohe Andino (EUA), 2-Michael Rodrigues (BRA), 3-Mason Ho (HAV), 4-Takumi Yasui (JPN)
---------------baterias que abriram a quinta-feira:
18: 1-David do Carmo (BRA), 2-Adam Melling (AUS), 3-Carlos Munoz (CRI), 4-Marco Fernandez (BRA)
20: 1-Frederico Morais (PRT), 2-Miguel Pupo (BRA), 3-Connor O´Leary (AUS), 4-Sunny Garcia (HAV)
21: 1-Alex Ribeiro (BRA), 2-Jeremy Flores (FRA), 3-Kanoa Igarashi (EUA), 4-Ian Gouveia (BRA)
22: 1-Willian Cardoso (BRA), 2-Perth Standlick (AUS), 3-Italo Ferreira (BRA), 4-Gony Zubizareta (ESP)
23: 1-Ricardo Christie (NZL), 2-Michael Dunphy (EUA), 3-Ramzi Boukhiam (MAR), 4-Jean da Silva (BRA)

Deu Brasil na Final do Rip Curl Grom Search Internacional

Deu Brasil na Final do Rip Curl Grom Search Internacional, apresentada por GoPro, na praia de Maresias, com show de surf de Samuel Pupo

[caption id="attachment_2040" align="aligncenter" width="500"]Competidores Rip Curl Grom Search Internacional Competidores Rip Curl Grom Search Internacional Foto Munir El Hage[/caption]

O Brasil garantiu mais um importante titulo internacional no surf. Competindo “em casa”, Samuel Pupo faturou a Final do Rip Curl Grom Search Internacional, apresentada por GoPro, neste sábado (2), na praia de Maresias, em São Sebastião. A vitória teve como espectador (e torcedor) ilustre o campeão do WCT, Gabriel Medina, que em 2010 garantiu na Austrália esse mesmo título, exclusivo para surfistas com até 16 anos.

Entre as meninas, Leilani McGonagle, da Costa Rica, garantiu a primeira conquista internacional no surf para o seu país. O Rip Curl Grom Search Internacional é conhecido por revelar grandes nomes. Exemplos não faltam. O próprio Medina, os irmãos Owen e Tyler Wright, as havaianas Tatiana Weston Webb e Malia Jones.

O campeonato em Maresias reuniu 16 surfistas de 10 países e foi realizada em Maresias, em homenagem a Gabriel Medina, anfitrião dessa nova geração. O astral do evento era evidenciado quando os atletas derrotados saiam do mar, todos sorridentes. Sem reclamações.

Nos dois dias escolhidos (a “janela” de espera foi iniciada na terça-feira), tudo perfeito, ondas e sol e praia cheia. No primeiro dia (sexta-feira, 1º), um mar mais pesado, com ondulação de cinco a seis pés (cerca de dois metros) e no sábado, mais alinhado, com três a quatro pés (um metro) e excelente formação.

Na final masculina, Samuel começou mais comedido do que nas outras baterias, mas na sexta onda, uma esquerda, garantiu uma batida, uma rasgada e trabalhou bem as manobras para tirar um 9,75 e praticamente assegurar o novo título para o Brasil. “É o melhor campeonato que eu já fiz. É muita felicidade, ainda mais vencer aqui, onde moro”, disse Samuca, de 14 anos, feliz por vencer na praia onde mora.

“Estava muito confortável, tranquilo e ficava feliz ao ouvir a galera gritando a cada onda boa que eu fazia”, afirmou. “Agora quero continuar surfando e me divertir. As coisas vão acontecendo naturalmente”, complementou Samuel depois de sair carregado do mar. “Quero agradecer a Deus, minha família e meus patrocinadores, em especial à Rip Curl, por transformar meu sonho em realidade”, festejou o surfista que já anuncia sua estreia no WQS.

Na final, ele enfrentou o norte-americano Kei Kobayash, de Trestles. Os dois surfistas foram os melhores durante todas as fases. O brasileiro foi o dono de todos os recordes. Garantiu as maiores somatórias – 19,75 e 19,4 – e as maiores ondas – duas notas dez e uma 9,8.

De família de surfistas – seu pai, Wagner foi profissional por muitos anos, e seu irmão Miguel está no WCT, Samuel surfou muito bem em todas as baterias que disputou, sempre buscando manobras no limite. No round anterior à semifinal, deu um show à parte e tirou seu primeiro dez, com um tubo, uma rasgada e um aéreo na mesma onda. Na sequência, decolou novamente rodando, alto “no hands”, com a nota 9,75, para garantir 19,75 pontos de 20 possíveis.

Na outra bateria, a disputa foi acirrada, com Kei Kobayash marcando 16,85, o neozelandês Kehu Butler, 14,20 e o indonésio Raju Sena, 13,15. Na semi, o brasileiro tirou um 8,5 e o francês Lens Arancibia, sete. Depois, Samuel garantiu um nove e estava descartando 7,5, já suficiente para vencer. E dai “abusou” da radicalidade, com um aéreo ‘full rotation’’ alto para um novo dez.

Bem à vontade, ainda garantiu um 9,4. Somou 19,4, sem precisar usar um nove, um 8,5, um 7,5 e um sete. Pegou sete ondas na bateria, cinco excelentes. Na segunda semi, Kei Kobayash estava perdendo, precisava de 8,46 e tirou da cartola uma onda boa, com um aéreo, para tirar 8,75, faltando dois minutos. O neozelandês Kehu Butler, que vinha crescendo no evento, ainda tentou aéreo, mas sem sucesso e a diferença foi de menos de meio ponto.

Na feminina, Leilane venceu a australiana Jaleesa Vicent, que por sua vez, superou a americana Caroline Marks, que dividia com a costarriquenha as melhores performances. Apesar de ter a melhor nota da bateria, a surfista da Austrália não conseguiu outra boa pontuação e Leilani que surfou bem todo o campeonato, assegurou o título com 14,40 contra 13,25.

“Vim como wild card e estava confiante, porque treinei muito. Fiquei muito feliz, principalmente porque é um campeonato tradicional”, comemorou a atleta de 15 anos, que mora em treina em Pavones. Fã de Medina, ela tinha um motivo a mais para vibrar. “Foi um privilégio vencer aqui na praia de Gabriel, uma honra levantar a taça a mesma onda que ele aprendeu a surfar”, completou a surfista, que foi carregada pelos surfistas Kehu Butler e Raju Sena.

Gabriel Medina, o anfitrião, ficou feliz em recepcionar os finalistas em “sua casa” e elogiou o nível técnico do evento, relembrando 2010, quando foi campeão internacional, na Austrália, um marco para iniciar a sua trajetória profissional na sequência. “É legal ver essa nova geração, ao vivo, ainda mais aqui em Maresias, onde tudo começou, onde sempre surfei”, destacou.

“Muito legal ver essa molecada quebrando e veio a lembrança dos meus tempos de amador, da final em Bells Beach, um momento especial para mim. Foi uma honra terem me escolhido como anfitrião. O campeonato foi demais e todos que participaram estão de parabéns, a Rip Curl e todo mundo que colaborou”, acrescentou Medina.

O diretor do campeonato, Fernando Gonzalez, demonstrou total satisfação com as condições do mar para os dois dias de disputas. “Conseguimos o que estávamos buscando, que era colocar a competição nos dois melhores dias de onda nessa semana que ficamos na espera. E realmente conseguimos, tanto no primeiro dia, com ondas desafiadoras, quanto no sábado com ondas mais divertidas, mas perfeitas”, comentou.

“Sabíamos que os atletas conseguiriam mostrar seus potenciais nessas condições. Foi super prazeroso, com dois dias de praia cheia, sol. Na poderíamos esperar condições melhores. Foi realmente incrível”, comemorou. “A praia de Maresias mostrou todo o seu potencial de surf e os competidores apresentaram todos os tipos de manobras, tubos, aéreos, rasgadas e batidas. O julgamento também foi muito bom e levou essa competição a um nível profissional”, acrescentou.

Vale lembrar que antes do campeonato, os finalistas tiveram várias ações, como treinos em praias vizinhas, o desafio “Tamo Junto” Brasil x Mundo, palestra com o pai de Gabriel Medina falando da experiência de preparar um campeão do WCT e até mesmo um jogo de futebol. No dia 27, Gabriel Medina recepcionou todos os finalistas, com um jantar. Para finalizar a programação, já sem pressão de competição, está prevista uma sessão de surf num “secret spot” no litoral norte, com ida de barco e companhia de Gabriel Medina.

RESULTADOS FINAIS 2015

MASCULINO

1 Samuel Pupo (BRA)

2 Kei Kobayash (EUA)

3 Lens Arancibia (FRA)

3 Kehu Butler (NZL)

5 Raju Sena (IND)

5 Heitor Duarte (BRA)

7 Gaspar Larragneguy (ARG)

7 Roberto Araki (CHI)

 

FEMININO

1 Leilani McGonagle (CRI)

2 Jaleesa Vicente (AUS)

3 Caroline Marks (EUA)

3 Raiha Ensor (NZL)

5 Ariane Oshoa (ESP)

5 Kayane Reis (BRA)

7 Lorrana Lima (BRA)

7 Cinta Hansel (IND)

 

 

ü  COMO FOI:

 

2º DIA – SÁBADO, DIA 2 DE MAIO

MASCULINO

Final

1 Samuel Pupo (BRA) 17,25 - campeão

2 Kei Kobayash (EUA) 14,25 - vice-campeão

 

Semifinal

1 Samuel Pupo (BRA) 19,4 x Lens Arancibia (FRA) 13,50 - 3º colocado

2 Kei Kobayash (EUA) 16,65 x Kehu Butler (NZL) 16,35 - 3º colocado

 

Round 4

1 Lens Arancibia (FRA) 17,65 x Raju Sena (IND) – 14,30 – 5º colocado

2 Kehu Butler (NZL) 14,00 x Heitor Duarte (BRA) 10,90 – 5º colocado

 

Round 3

1 Samuel Pupo (BRA) 19,75, Lens Arancibia (FRA) 13,25 e Heitor Duarte (BRA) 7,80

2 Kei Kobayashi (EUA) 16,85, Kehu Butler (NZL) 14,20 e Raju Sena (IND) 13,15

 

FEMININO

Final

1 Leilani McGonagle (CRI) – 14,40 -campeã

2 Jaleesa Vicente (AUS) – 13,25 - vice-campeã

 

Semifinal

1 Jaleesa Vicent (AUS) 15,15 x Caroline Marks (EUA) 14,50 - 3ª colocada

2 Leilani McGonagle (CRI) 15,50 x Raiha Ensor (NZL) 12,45 - 3ª colocada

 

Round 4

1 Jaleesa Vicent (Austrália) 17,25 x Ariane Oshoa (Espanha), 11,50 – 5ª colocada

2 Leilani McGonagle (CRI) 15,15 x Kayane Reis (BRA) 10,65 – 5ª colocada

 

Round 3

1 Caroline Marks (EUA), 12,75, Ariane Oshoa (ESP) 10,35 e Kayane Reis (BRA) 6,40

2 Raiha Ensor (NZL) 13,65, Leilani McGonagle (CRI) 13,15 e Jaleesa Vicent (AUS) 12,40

 

 

 

1º DIA – SEXTA-FEIRA, DIA 1º DE MAIO

MASCULINO

Round 2

1 Heitor Duarte (BRA) 11,60 x Gaspar Larragneguy (ARG) 7,35 - 7º colocado

2 Kehu Butler (NZL) 16,00 x Roberto Araki (CHI) 12,15 - 7º colocado

 

Round 1

1 Samuel Pupo (BRA) 18,30 x Heitor Duarte (BRA) 10,90

2 Lens Arancibia (FRA) 15,90 x Gaspar Larrangneguy (ARG) 5,50

3 Kei Kobayashi (EUA) 15,75 x Roberto Araki (CHI) 13,90

4 Raju Sena (IND) 14,15 x Kehu Butler (NZL) 11,0

 

Round Seeding

  1. Samuel Pupo (Brasil) 15,5

  2. Kei Kobayashi (EUA) – 15,35

  3. Kehu Butter (Nova Zelândia) – 12,5

  4. Lens Arancibia (França) – 11,9

  5. Gaspar Larragneguy (Argentina) - 9,85

  6. Raju Sena (Indonésia) - 8,5

  7. Roberto Araki (Chile) – 7,95

  8. Heitor Duarte (Brasil) – 7,85


 

FEMININO

Round 2

1 Ariane Oshoa (ESP) 13,50 x Lorrana Lima (BRA) 0,0 - 7ª colocada

2 Raiha Ensor (NZL) 7,70 x Cinta Hansel (IND) 6,25 – 7ª colocada

 

Round 1

1 Caroline Marks (EUA) 13,85 x Lorrana Lima (BRA) 0,0

2 Kayane Reis (BRA) 11,50 x Ariane Oshoa (ESP) 9,75

3 Leilani McGonagle (CRI) 13,50 x Raiha Ensor (NZL) 5,65

4 Jaleesa Vicent (AUS) 6,25 x Cinta Hansel (IND) 3,25

 

Round Seeding

  1. Caroline Marks (EUA) – 15,50

  2. Leilani McGonagle (Costa Rica) – 13,75

  3. Jaleesa Vicent (Austrália) – 10,90

  4. Ariane Oshoa (Espanha) – 9,10

  5. Kayane Reis (Brasil) – 8,15

  6. Cinta Hansel (Indonésia) – 8,0

  7. Raiha Ensor (Nova Zelândia) – 3,55

  8. Lorrana Lima (Brasil) – 1,30


 

 

TODOS OS CAMPEÕES DO RIP CURL GROM SEARCH INTERNACIONAL

2015 – Samuel Pupo (BRA) e Leilani McGonagle (CRI)

2014 – Pat Curren (Estados Unidos) e Brisa Hennessey (Havaí)

2013 – Leonardo Fioravanti (Itália) e Tatiana Weston Webb (Havaí)

2012 – Dylan Lightfoot (África do Sul) e Tatiana Weston Webb (Havaí)

2011 – Mitch Parkinson (Austrália) e Nikki Van Dijk (Austrália)

2010 – Gabriel Medina (Brasil) e Bianca Buitendag (África do Sul)

2009 – Thomas Woods (Austrália) e Nikki Van Dijk (Austrália)

2008 – Dale Staples (África do Sul) e Malia Manuel Jones (Havaí)

2007 – Tyler Newton (Havaí) e Tyler Wright (Austrália)

2006 – Owen Wright (Austrália) e Alana Blanchard (Havaí)

2005 – Mason Ho (Havaí) e Nikita Robb (África do Sul)

Samuel Pupo Vence Rip Curl Grom Search Internacional

A vantagem de competir, literalmente, “em casa” prevaleceu neste sábado (1º), no primeiro dia da Final do Rip Curl Grom Search Internacional, apresentado por GoPro, na praia de Maresias, em São Sebastião. O brasileiro Samuel Pupo foi o principal nome nas ondas de dois metros e logo em sua apresentação inicial mostrou superioridade e no round seguinte “sobrou”, como se diz no esporte, quando tem uma performance acima da média.

[caption id="attachment_2034" align="aligncenter" width="500"]Samuel Pupo Vence Rip Curl Grom Search Internacional Samuel Pupo Foto Munir El Hage[/caption]

Garantiu notas 9,8, a melhor do evento, e 8,5 e ainda se deu ao luxo de descartar um 7,25. No total, somou 18,30 pontos de 20 possíveis. “Esse primeiro dia começou muito bem. As condições estavam muito boas. Estou com uma prancha mágica nos pés e fazendo boas notas. Acho que se continuar assim, até o final do campeonato, com certeza, vou levar o título”, disse o confiante Samuel, irmão mais novo do integrante do WCT, Miguel Pupo.

Quando saia do mar para correr para correr pela areia e retornar ao outside, Samuca passava em frente ao palanque sorrindo. Um misto de felicidade e confiança. “Poxa, não tem como não estar feliz. Surfando bem e todo mundo torcendo”, afirmou o surfista de apenas 14 anos, que mora e treina bem no “pico” do campeonato. “Treinei bastante para estar aqui e procuro fazer o máximo que posso e não dar chances aos outros”, complementou.

Outra grande nota do dia veio na última bateria, na repescagem feminina, com a espanhola de Bilbao, Ariane Oshoa, com um 9,75, praticamente se igualando a Samuel, com duas manobras, uma rasgada e uma batida na junção na parte crítica da onda. “Estou gostando das ondas. A dificuldade foi só a correnteza, mas estou feliz”, disse a surfista do País Basco.

A Final do Rip Curl Grom Search, apresentada por GoPro, é realizada pela primeira vez no Brasil, em homenagem ao campeão do WCT, Gabriel Medina, que mora na praia de Maresias e é o anfitrião da nova geração. O campeonato define os campeões mundiais sub16 e está reunindo surfistas de dez países, definidos em seletivas regionais. As baterias decisivas serão realizadas neste sábado, com a primeira chamada para início às 9 horas.

Ainda nesta sexta-feira, no masculino, o norte-americano Kei Kobayash, de San Clemente, foi outro nome que surfou muito bem, assim como o francês Lens Arancibia e o indonésio Raju Sena. Este último também chamou atenção por sua descontração. O segundo melhor desempenho na sexta-feira foi do francês, no Round 1, somando 15,90, com Kobayash em seguida, 15,75. Os quatro avançaram direto para a fase 3, que será disputada neste sábado.

Heitor Duarte, atleta convidado do evento, depois de perder para Samuel conseguiu se classificar pela repescagem, derrotando o argentino Gaspar Larragneguy, primeiro eliminado no evento. “Fiquei muito feliz por avançar. É um campeonato de sonho”, disse o surfista que assim como Samuel, mora na praia de Maresias. Já a última bateria, reservou uma boa disputa com uma apresentação excelente do neozelandês Kehu Butler, somando 7,5 e 8,5 (16 pontos) contra o chileno Roberto Araki, com 12,15, sendo o segundo a se despedir da competição.

FEMININA - Entre as meninas, a norte-americana Caroline Marks garantiu a melhor atuação nas duas fases que competiu, tendo como grande rival a costarriquenha Leilani McGonable. As duas e Ariane foram as únicas a passar dos 13 pontos em suas somatórias nas ondas de Maresias. Caroline e Leilani se classificaram direto para o round 3, junto com a brasileira Kayane Reis e a australiana Jaleesa Vicente. “Continuo na briga e vou brigar para tentar esse título”, avisou Kayane, que ano passado também representou o Brasil, na final realizada na Indonésia.

Na repescagem, Ariane Oshoa mostrou que também é candidata ao título, com a segunda melhor nota do dia e, de longe, a maior da categoria feminina, o 9,75 e por muito pouco não se igualou a Samuel. Na bateria, ela eliminou a brasileira Lorrana Lima, também convidada da organização. E encerrando o dia, Raiha Ensor, da Nova Zelândia, eliminou Cinta Hansel, da Indonésia. “Pela dificuldade das ondas, o nível técnico foi excelente e digno de uma final mundial”, elogiou o head judge do evento, Marcos Quito.

Com janela de espera pelas melhores condições de ondas desde terça-feira, a organização acertou ao definir a sexta-feira para o início. As ondas subiram, tendo até dois metros e a expectativa é que neste sábado o mar melhore ainda mais. Junto às disputas no mar, a organização preparou atrativos na areia, como a pintura de pranchas com o artista Marcello Macarrão, cama elástica e treinamento funcional voltado ao surf, com o educador físico, especialista no assunto, Ricardo Vilalva, autor do livro Preparado para Surfar.

Antes do campeonato, os finalistas tiveram várias ações, como treinos em praias vizinhas, o desafio “Tamo Junto” Brasil x Mundo, palestra com o pai de Gabriel Medina falando da experiência de preparar um campeão do WCT e até mesmo um jogo de futebol. Na segunda-feira, Gabriel Medina recepcionou todos os finalistas, com um jantar. Para o domingo, já sem pressão de competição, está prevista uma sessão de surf num “secret spot” no litoral norte, com ida de barco e companhia de Gabriel Medina.

A Final Internacional do Rip Curl Grom Search em Maresias é apresentada por GoPro – Be a Hero, com apoios de Posca e Coconut’s Maresias Hotel. Colaboração da Federação Paulista de Surf, Prefeitura de São Sebastião, Associações de Surf de Maresias (ASM) e de São Sebastião (ASSS). Cobertura da Revista Fluir e Site Waves, com divulgação da FMA Notícias e realização da Rip Curl.

 

MASCULINO

Round 3

1 Samuel Pupo (BRA), Lens Arancibia (FRA) e Heitor Duarte (BRA)

2 Kei Kobayashi (EUA), Raju Sena (IND) e Kehu Butler (NZL)

 

Round 2

1 Heitor Duarte (BRA) 11,60 x Gaspar Larragneguy (ARG) 7,35 (eliminado)

2 Kehu Butler (NZL) 16,00 x Roberto Araki (CHI) 12,15 (eliminado)

 

Round 1

1 Samuel Pupo (BRA) 18,30 x Heitor Duarte (BRA) 10,90

2 Lens Arancibia (FRA) 15,90 x Gaspar Larrangneguy (ARG) 5,50

3 Kei Kobayashi (EUA) 15,75 x Roberto Araki (CHI) 13,90

4 Raju Sena (IND) 14,15 x Kehu Butler (NZL) 11,0

 

Round Seeding

  1. Samuel Pupo (Brasil) 15,5

  2. Kei Kobayashi (EUA) – 15,35

  3. Kehu Butter (Nova Zelândia) – 12,5

  4. Lens Arancibia (França) – 11,9

  5. Gaspar Larragneguy (Argentina) - 9,85

  6. Raju Sena (Indonésia) - 8,5

  7. Roberto Araki (Chile) – 7,95

  8. Heitor Duarte (Brasil) – 7,85


 

FEMININO

Round 3

1 Caroline Marks (EUA), Kayane Reis (BRA) e Ariane Oshoa (ESP)

2 Leilani McGonagle (CRI), Jaleesa Vicent (AUS) e Raiha Ensor (NZL)

 

Round 2

1 Ariane Oshoa (ESP) 13,50 x Lorrana Lima (BRA) 0,0 (eliminada)

2 Raiha Ensor (NZL) 7,70 x Cinta Hansel (IND) 6,25 (eliminada)

 

Round 1

1 Caroline Marks (EUA) 13,85 x Lorrana Lima (BRA) 0,0

2 Kayane Reis (BRA) 11,50 x Ariane Oshoa (ESP) 9,75

3 Leilani McGonagle (CRI) 13,50 x Raiha Ensor (NZL) 5,65

4 Jaleesa Vicent (AUS) 6,25 x Cinta Hansel (IND) 3,25

 

Round Seeding

  1. Caroline Marks (EUA) – 15,50

  2. Leilani McGonagle (Costa Rica) – 13,75

  3. Jaleesa Vicent (Austrália) – 10,90

  4. Ariane Oshoa (Espanha) – 9,10

  5. Kayane Reis (Brasil) – 8,15

  6. Cinta Hansel (Indonésia) – 8,0

  7. Raiha Ensor (Nova Zelândia) – 3,55

  8. Lorrana Lima (Brasil) – 1,30

Filipe Toledo chega ao Brasil confiante em grande atuação na etapa do Rio de Janeiro o Oi Rio pro

[caption id="attachment_2017" align="aligncenter" width="500"]Filipe Toledo Oi Rio pro Rio de Janeiro Filipe Toledo chega ao Brasil confiante em grande atuação na etapa do Circuito Mundial de Surf, no Oi Rio pro no Rio de Janeiro[/caption]

Atual terceiro colocado no ranking mundial de surf e vencedor da etapa de abertura, na Austrália, o paulista Filipe Toledo chega ao Brasil nesta segunda-feira (4), confiante em uma grande atuação na etapa do Rio de Janeiro. O surfista mais jovem do Tour, aos 20 anos, tem como foco recuperar a liderança do Circuito.

“A ‘vibe’ é a mesma. Sempre tive vontade de vencer no Brasil e espero que seja desta vez”, diz o motivado Filipe. “Os treinos não param em busca dos meus objetivos”, reforça o atleta, que soma 15.700 no Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour 2015, com a vitória no Quiksilver Pro Gold Coast (garantindo na final incríveis 19,60, com um dez e um 9,60 sobre Julian Wilson), o quinto lugar no Rip Curl Pro Bells e a 25ª colocação no Drug Aware Margaret River Pro.

No ano passado, ele foi o 13º colocado na etapa carioca, mas demonstra entusiasmo. “A meta é melhorar sempre”, comenta Filipinho, destacando que o foco é para o WCT, mas no Brasil também participará do WQS SP Prime Maresias, onde foi o vencedor da edição inaugural do evento no ano passado.

Depois da etapa brasileira, ele participará das gravações do novo filme do amigo John John Florence, na costa do Rio de Janeiro. “Será uma megaprodução e foi uma honra ser convidado”, afirma Filipinho, que já está de olho nas próximas etapas, como Fiji, África do Sul e Teahupoo. “O trabalho é físico! Não temos muito tempo pra ficar viajando e treinando em outros picos, como gostaríamos, então só o tempo para nos trazer a experiência necessária”, diz.

PAI - E a experiência também vem sendo adquirida com orientação e apoio do pai, bicampeão brasileiro profissional de surf em 1991 e 95 e que hoje dedica-se à carreira do filho, como técnico e manager. “Ele me colocou na prancha pela primeira vez e, desde então, estamos juntos. Ele é meu mentor e sempre viaja comigo. Apenas algumas etapas não vai”, conta. “Isso me dá confiança, tranquilidade, principalmente por ele já ter sido surfista profissional. Tem ajudado bastante”, completa.

Filipe Toledo chega à São Paulo na segunda-feira pela manhã, para compromissos com patrocinadores. Na terça-feira segue para Ubatuba, onde nasceu e tem família e viaja para o Rio no dia 8. Atualmente, Filipinho, seus pais e irmãos moram em San Clemente, na Califórnia. O surf é feito nas praias T Street, Calafia e Trestles, além de Oceanside, Seaside e Blacks, em San Diego.

Filipe Toledo tem os patrocínios de Hurley, Nike, Monster Energy, Oakley, Sharpeye, Smoothstar e FCS.

Melhores surfistas do mundo já escalados para estrear no Oi Rio Pro

A etapa brasileira da World Surf League tem novo patrocínio cota naming da Oi e será apresentada pela Corona no Postinho da Barra da Tijuca, com uma estrutura alternativa no Meio da Barra para usar onde estiverem as melhores ondas no período de 11 a 22 de maio

 

[caption id="attachment_2009" align="aligncenter" width="500"]Gabriel Medina Gabriel Medina Foto:Daniel Smorigo / WSL Melhores surfistas do mundo já escalados para estrear no Oi Rio Pro[/caption]

Os melhores surfistas do mundo já estão escalados para estrear no Oi Rio Pro, a nova etapa brasileira da World Surf League que começa em 11 de maio na capital do Rio de Janeiro, se o mar na Barra da Tijuca estiver com boas ondas no Postinho ou no Meio da Barra. O campeão Gabriel Medina faz sua primeira apresentação no Brasil depois do título mundial na quarta bateria, com o também paulista Wiggolly Dantas e o americano C. J. Hobgood. Já Adriano de Souza entra na sexta com a camisa amarela de número 1 do ranking 2015 numa bateria brasileira, com o potiguar Italo Ferreira e um dos dois convidados da etapa do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour no Rio de Janeiro, que ainda não foram anunciados.

O bom momento dos brasileiros no Circuito Mundial promete lotar a Barra da Tijuca mais uma vez. O número 3 do ranking, Filipe Toledo, que venceu a etapa de abertura da temporada na Gold Coast, está em outra bateria com participação dupla do Brasil na primeira fase do Oi Rio Pro, a décima com o também paulista Miguel Pupo e o australiano Matt Banting. Os dois seguiram as carreiras de pais famosos nos primeiros anos do Circuito Brasileiro na década de 90, o bicampeão Ricardo Toledo e Wagner Pupo. São grandes amigos, viajam juntos, mas só o primeiro colocado avança direto para a terceira fase, apesar de que os derrotados têm uma segunda chance de classificação. Eles também estrearam juntos na etapa passada, em Margaret River, com Miguel aumentando para 3 a 1 o número de vitórias sobre Filipe em baterias da divisão de elite do esporte.

Os únicos brasileiros que vão competir contra dois surfistas de outros países na rodada inicial do Oi Rio Pro, são o potiguar Jadson André e um dos convidados da histórica 25.a edição da capital carioca como sede de etapas válidas pelo título mundial, em plena comemoração dos 450 anos de fundação da cidade do Rio de Janeiro. Jadson foi escalado para abrir o campeonato, com o australiano Taj Burrow e o havaiano Dusty Payne no primeiro confronto do dia. E o convidado da organização do evento vai completar a quinta bateria, encabeçada pelo tricampeão mundial e vice-líder do ranking 2015, Mick Fanning, e do havaiano Fredrick Patacchia. O outro vai para a sexta, que já têm dois brasileiros, Adriano de Souza fazendo a sua primeira defesa da liderança do ranking e Italo Ferreira.

CAMISA VERDE-AMARELA - Será a primeira vez que Mineirinho competirá com a lycra amarela de número 1 da corrida pelo título mundial, que ele tirou do australiano Mick Fanning quando derrotou Kelly Slater em seu caminho até a vitória no Drug Aware Margaret River Pro, que fechou a "perna australiana" do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour. Desde que ela foi implantada no ano passado para identificar o líder do ranking, justamente no Rio de Janeiro com Gabriel Medina sendo o primeiro a vesti-la, apenas em duas etapas ela não foi usada por brasileiros e já está quase ficando "verde-amarela".

O onze vezes campeão mundial Kelly Slater, saiu do Brasil com ela ao chegar as semifinais do ano passado no Postinho da Barra da Tijuca. Mas, só competiu de lycra amarela na etapa seguinte, pois Medina recuperou a primeira posição no ranking com o título nos tubos das Ilhas Fiji e não largou mais até confirmar o primeiro título do Brasil na história do Circuito Mundial em Banzai Pipeline, no Havaí.

Medina começou a temporada 2015 com ela e passou para Filipe Toledo, que venceu o primeiro desafio do ano na Gold Coast. Em Bells Beach, com a vitória sobre Adriano de Souza no desempate, o australiano Mick Fanning assumiu a ponta. Mas, Mineirinho fez outra final na Austrália e ganhou o Drug Aware Margaret River Pro para competir no Brasil com a lycra amarela de número 1 do mundo.

DUAS BRASILEIRAS NO OI RIO PRO - Enquanto no masculino a "seleção brasileira" na elite dos top-34 tem sete surfistas, entre as meninas a única representante entre as top-17 que disputam o título mundial da World Surf League é a cearense Silvana Lima. Mas, outra brasileira também vai competir no Oi Rio Pro como convidada da organização da etapa brasileira no Rio de Janeiro. E já vai ter que encarar a melhor surfista do ano na terceira bateria, Carissa Moore, que fez três finais na Austrália e ganhou duas, além da australiana Dimity Stoyle. E Silvana Lima está na quinta com duas norte-americanas, Courtney Conlogue que acabou com a invencibilidade da havaiana em Margaret River e Sage Erickson.

Em todos os dias do prazo do Oi Rio Pro, de 11 a 22 de maio, a comissão técnica do evento se reúne nas primeiras horas da manhã para analisar as condições do mar e decidir se haverá competição, por qual categoria vai começar, ou se ela será adiada para aguardar por melhores ondas na Barra da Tijuca. Também será definido onde vai ser o show dos melhores surfistas do mundo, se no palco principal instalado nas ondas do Postinho, ou se na estrutura alternativa no Meio da Barra, próximo ao Posto 6.

Para assistir o espetáculo, ninguém paga nada, é só escolher o melhor lugar na areia para ver de perto as grandes estrelas do esporte na única passagem do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour pela América do Sul. Se o primeiro dia começar pela categoria masculina, Jadson André abre a quarta etapa da temporada com o australiano Taj Burrow e o havaiano Dusty Payne, com Kelly Slater já estreando na segunda bateria do dia, com o também norte-americano Brett Simpson e o francês Jeremy Flores. Se a comissão técnica decidir iniciar pelas meninas, a primeira bateria do Oi Rio Pro será entre a norte-americana Lakey Peterson, a sul-africana Bianca Buitendag e a havaiana Alessa Quizon.

Oi Rio Pro é apresentado pela Corona com patrocínio da Oi, Samsung, Riotur, Prefeitura do Rio de Janeiro, Governo do Estado do Rio de Janeiro, com a Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude, Lei de Incentivo ao Esporte, além da Jeep, Go Pro, Coppertone e Guaraná Antarctica. A etapa brasileira do WCT será transmitida ao vivo pelo www.worldsurfleague.com

A OI E O ESPORTE - A Oi tem longo histórico de apoio ao esporte, com patrocínios a grandes eventos, equipes e atletas. A Oi foi uma das patrocinadoras oficiais da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 e da Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013, também apostou no basquete patrocinando o NBA Global Games Rio 2014 e o torneio NBA 3X com o Oi Galera, que tem como embaixador o campeão mundial Gabriel Medina. Neste ano, já patrocinou os Jogos Cariocas de Verão e o Oi Bowl Jam de skate e o incentivo da Oi a projetos esportivos, principalmente de esportes radicais e urbanos, é um dos pilares de investimento de marketing da Oi. A companhia tem grande expertise na participação, seja com patrocínio ou prestação de serviços de telecomunicações, em grandes competições realizadas no país e a etapa brasileira da World Surf League é mais uma delas.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE - a World Surf League (WSL) organiza as competições anuais de surfe profissional e as transmissões ao vivo de cada etapa pelo worldsurfleague.com, com todo o drama e aventura do surfe competitivo em qualquer lugar e na hora que acontecer. As sanções da WSL são para os circuitos: World Surf League Championship Tour (CT), que define os campeões mundiais da temporada, Qualifying Series (QS), Big Wave Tour, Longboard e Pro Junior. A organização da WSL está sediada em Santa Monica, Califórnia, com escritório comercial em Nova York, além de sete escritórios regionais de apoio na organização dos eventos, na América do Norte, Havaí, América do Sul, Europa, Austrália, África e Ásia.

PRIMEIRA FASE DO OI RIO PRO - Vitória=Terceira Fase / 2.o e 3.o=Segunda Fase:
1.a: Taj Burrow (AUS), Jadson André (BRA), Dusty Payne (HAV)
2.a: Kelly Slater (EUA), Jeremy Flores (FRA), Brett Simpson (EUA)
3.a: John John Florence (HAV), Adrian Buchan (AUS), Ricardo Christie (NZL)
4.a: Gabriel Medina (BRA), Wiggolly Dantas (BRA), C. J. Hobgood (EUA)
5.a: Mick Fanning (AUS), Fredrick Patacchia (HAV), convidado do Oi Rio Pro
6.a: Adriano de Souza (BRA), Italo Ferreira (BRA), convidado do Oi Rio Pro
7.a: Josh Kerr (AUS), Sebastian Zietz (HAV), Keanu Asing (HAV)
8.a: Jordy Smith (AFR), Bede Durbidge (AUS), Glenn Hall (IRL)
9.a: Nat Young (EUA), Kolohe Andino (EUA), Adam Melling (AUS)
10.a: Filipe Toledo (BRA), Miguel Pupo (BRA), Matt Banting (AUS)
11.a: Julian Wilson (AUS), Michel Bourez (TAH), Matt Wilkinson (AUS)
12.a: Joel Parkinson (AUS), Owen Wright (AUS), Kai Otton (AUS)

PRIMEIRA FASE FEMININA OI RIO PRO - Vitória=Terceira Fase / 2.a e 3.a=Segunda Fase:
1.a: Lakey Peterson (EUA), Bianca Buitendag (AFR), Alessa Quizon (HAV)
2.a: Sally Fitzgibbons (AUS), Johanne Defay (FRA), Laura Enever (AUS)
3.a: Carissa Moore (HAV), Dimity Stoyle (AUS), convidada do Oi Rio Pro
4.a: Tyler Wright (AUS), Coco Ho (HAV), Keely Andrew (AUS)
5.a: Courtney Conlogue (EUA), Silvana Lima (BRA), Sage Erickson (EUA)
6.a: Malia Manuel (HAV), Tatiana Weston-Webb (HAV), Nikki Van Dijk (AUS)

TOP-22 NO RANKING DA WORLD SURF LEAGUE - após as 3 etapas na Austrália:
1.o: Adriano de Souza (BRA) - 24.500 pontos
2.o: Mick Fanning (AUS) - 16.950
3.o: Filipe Toledo (BRA) - 15.700
4.o: Julian Wilson (AUS) - 14.950
5.o: Nat Young (EUA) - 14.750
6.o: Taj Burrow (AUS) - 13.450
7.o: Josh Kerr (AUS) - 12.250
8.o: John John Florence (HAV) - 11.500
9.o: Kelly Slater (EUA) - 10.950
9.o: Jordy Smith (AFR) - 10.950
9.o: Owen Wright (AUS) - 10.950
12.o: Miguel Pupo (BRA) - 8.750
13.o: Jeremy Flores (FRA) - 8.500
14.o: Joel Parkinson (AUS) - 7.500
14.o: Sebastian Zietz (HAV) - 7.500
16.o: Gabriel Medina (BRA) - 7.450
17.o: Jadson André (BRA) - 6.250
17.o: Matt Wilkinson (AUS) - 6.250
17.o: Glenn Hall (IRL) - 6.250
17.o: Italo Ferreira (BRA) - 6.250
21.o: Michel Bourez (TAH) - 6.200
21.o: Bede Durbidge (AUS) - 6.200
21.o: Wiggolly Dantas (BRA) - 6.200

Rip Curl Grom Search Internacional

Depois de Medina, Brasil pode ter novo campeão na Final do Rip Curl Grom Search Internacional, apresentada por GoPro, com Samuel Pupo competindo em casa, na praia de Maresias

O Brasil pode ter um novo campeão na Final do Rip Curl Grom Search, apresentado por GoPro, o principal campeonato de surf sub16 no Mundo. Depois de Gabriel Medina em 2010, na Austrália, Samuel Pupo é apontado como o grande nome nesta edição, realizada pela primeira vez no Brasil, justamente como homenagem ao campeão do WCT em 2014. O evento começa nesta sexta-feira (1º), na Praia de Maresias, em São Sebastião, reunindo 16 surfistas (oito no masculino e oito no feminino), de dez países.

Eleito como o quinto melhor surfista sub16 do Mundo pela conceituada Revista Surfer, o “Hot 100”, Samuca tem a vantagem de competir em frente de sua casa. “Estou bem tranquilo e quero muito esse título. É um passo importante, que abre as portas, como o Medina já disse. Tenho fé que vou surfar bem”, afirmou o surfista de apenas 14 anos, irmão do top do WCT, Miguel Pupo.

“Com certeza, pelo que estamos vendo nos treinos dos finalistas, o Samuel é um forte candidato. Tem potencial para chegar a esse título”, acrescentou o diretor de prova, Fernando Gonzalez. Já entre as meninas, a briga é boa. Entre as cotadas está a costarriquenha Leilane McGonable. “Estou gostando muito de estar aqui e o campeonato será bem forte”, comentou a atleta de 15 anos.

O Rip Curl Grom Search Internacional tem uma longa tradição de formar grandes profissionais. Gabriel Medina é um dos grandes exemplos. O anfitrião desta edição no Brasil, que inclusive acompanhará as finais, venceu em 2010, ainda como amador e iniciou sua “arrancada”, chegando ao topo do Mundo como profissional apenas cinco anos depois.

Outros vencedores do Rip Curl Grom Search Internacional também confirmam a força desta conquista, estrelando o WCT, como as havaianas Tatiana Weston Webb, bicampeã do Grom Search em 2012 e 2013, e Malia Jones, a melhor em 2008, os irmãos australianos Owen e Tyler Wright, ele em 2006, ela em 2007, e Niki Van Djik, também da Austrália, bicampeã em 2009 e 2011.

A “janela” de espera pelas melhores condições de ondas começou na terça-feira e nesses três dias de intervalo os jovens atletas tiveram várias atividades. Entre os destaques o Brasil x Mundo no ‘Tamo Junto’ Surf Treino e ainda um jogo de futebol. No primeiro desafio, foram 12 brasileiros contra os 12 estrangeiros, com vitória da equipe internacional, mas jogando bola os “donos da casa” deram o troco.

“Promovemos uma programação para a garotada treinar, se divertir, garantindo um espírito de confraternização”, explicou Marcelo Guedes, do marketing da Rip Curl no Brasil, lembrando que a abertura do evento, na segunda-feira, contou com a prestígio de Gabriel Medina, também confirmado como espectador nas finais e como companheiro de ondas na última atividade do evento, no domingo, numa sessão de surf num “secret spot”, no litoral norte.

As disputas começam nos dois dias às 9 horas. A competição terá seus dois primeiros rounds sem eliminação, seguidos de baterias homem x homem, valendo classificações até a grande decisão. Dos 16 finalistas, quatro são brasileiros. Além de Samuel Pupo, estarão Kayane Reis, que já disputou a final internacional em 2014, na Indonésia, e dois convidados, Heitor Duarte e Lorrana Lima, ambos surfistas de São Sebastião, como forma de o evento interagir com a comunidade local.

A Final Internacional do Rip Curl Grom Search em Maresias é apresentada por GoPro – Be a Hero, com apoios de Posca e Coconut’s Maresias Hotel. Colaboração da Federação Paulista de Surf, Prefeitura de São Sebastião, Associações de Surf de Maresias (ASM) e de São Sebastião (ASSS). Cobertura da Revista Fluir e Site Waves, com divulgação da FMA Notícias e realização da Rip Curl.

Powerade apresenta QS 10000 Quiksilver Pro Saquarema

Surfistas de 19 países vão invadir Saquarema para disputar a segunda etapa do ano com nível máximo de 10.000 pontos para o WSL Qualifying Series nas ondas poderosas da Praia de Itaúna

[caption id="attachment_2003" align="aligncenter" width="500"]Powerade apresenta QS 10000 Quiksilver Pro Saquarema Powerade apresenta QS 10000 Quiksilver Pro Saquarema[/caption]

O estado do Rio de Janeiro vai se transformar na capital mundial do surfe a partir da próxima semana, com o Powerade apresenta Quiksilver Pro Saquarema começando na terça-feira na "Cidade do Surf" da Região dos Lagos do Rio de Janeiro. 96 surfistas de 19 países vão disputar a segunda etapa de 10.000 pontos do World Surf League Qualifying Series 2015 na Praia de Itaúna, que é conhecida como Maracanã pela potência das suas ondas. O campeão será definido até o domingo (dia 10) e na segunda-feira já inicia o prazo da etapa brasileira do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour, o Oi Rio Pro, que vai até 22 de maio na capital do Rio de Janeiro.

O Quiksilver Pro Saquarema será a primeira competição internacional a ser realizada no Brasil depois do título mundial conquistado por Gabriel Medina no ano passado. O limite de 96 participantes foi esgotado rapidamente e mais de trinta surfistas estão na lista de "alternates", para substituir alguma ausência. A maioria dos concorrentes ao título do QS 10.000 de Saquarema é da Austrália com 24 surfistas, contra 23 do Brasil. Estes dois países dividiram o alto do pódio nos seis anos da história do evento iniciada em 2009. O paulista Wiggolly Dantas igualou este placar no ano passado, conquistando o resultado mais importante da sua classificação para a elite dos top-34 da World Surf League.

Guigui, como é conhecido o surfista de Ubatuba, acabou com uma série de vitórias australianas que durava desde 2011. Kai Otton foi quem encerrou uma hegemonia catarinense nas ondas de Itaúna, construída por Neco Padaratz e Willian Cardoso, que venceram as duas primeiras edições do evento em 2009 e 2010, respectivamente. Depois de Kai Otton, Matt Wilkinson foi o campeão no ano seguinte e Mitch Coleborn repetiu o feito em 2013. O defensor do título, Wiggolly Dantas, é um dos três integrantes da "seleção brasileira" do WCT confirmados no Quiksilver Pro Saquarema apresentado pela Powerade. Os outros são os potiguares Jadson André e Italo Ferreira.

Quase metade da elite dos top-34 do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour vai desafiar as esquerdas poderosas da Praia de Itaúna, antes de competirem na etapa brasileira do CT que será realizada na semana seguinte ao QS 10000 de Saquarema, de 11 a 22 de maio no Postinho da Barra da Tijuca, na capital do Rio de Janeiro. São dezesseis no total, os três brasileiros, o líder do ranking do WSL Qualifying Series, Kolohe Andino, o também norte-americano Brett Simpson, os australianos Adrian Buchan, Matt Wilkinson, Adam Melling e Matt Banting, os havaianos Sebastian Zietz, Fredrick Patacchia, Keanu Asing e Dusty Payne, o francês Jeremy Flores, o irlandês Glenn Hall e o neozelandês Ricardo Christie.

DEZENOVE PAÍSES - O Quiksilver Pro Saquarema vai promover mais um grande confronto internacional entre competidores de dezenove países. Os 23 brasileiros vão tentar o quarto título verde-amarelo na Praia de Itaúna contra 73 estrangeiros, sendo 24 da Austrália, onze dos Estados Unidos, nove do Havaí, sete de Portugal, quatro da França, dois da Espanha, dois da Argentina, dois do Japão, dois da Nova Zelândia, dois da Costa Rica, com outros oito países comparecendo com um representante cada, Uruguai, África do Sul, Irlanda, Marrocos, Taiti e ilhas Canárias, Guadalupe e Reunião.

Os 96 competidores são divididos nas 24 baterias e os dois primeiros colocados em cada avançam para a segunda rodada da competição. Nas etapas do QS 10.000 como a de Saquarema, até os últimos colocados nos confrontos da primeira fase recebem um mínimo de 750 dólares e 550 pontos pela participação, que vão aumentando a cada classificação. O Quiksilver Pro Saquarema oferece a maior premiação do WSL Qualifying Series, 250 mil dólares, com o campeão faturando 40 mil dólares e os 10.000 pontos no ranking que podem ser decisivos na disputa pelas dez vagas para a elite dos top-34 da World Surf League.

Quatro brasileiros fazem parte desta lista após as oito etapas disputadas este ano, o catarinense Alejo Muniz em segundo lugar, o pernambucano Ian Gouveia em quarto, o carioca Pedro Henrique em oitavo e o paulista Deivid Silva na nona e penúltima colocação no G-10 do WSL Qualifying Series. Os outros que estão se classificando pelo ranking de acesso para o WCT são os norte-americanos Kolohe Andino (1.o) e Evan Geiselman (7.o), os australianos Jack Freestone (3.o), Stu Kennedy (6.o), Ryan Callinan (10.o) e o taitiano Mateia Hiquily (5.o). Esta relação poderá chegar a Saquarema bastante modificada, pois nesta semana está acontecendo o primeiro QS 10.000 do ano em Lower Trestles, na Califórnia, Estados Unidos.

Video-teaser com os melhores momentos do ano passado na Praia de Itaúna: http://youtu.be/Xdl-Izjl-50

O POWERADE apresenta QUIKSILVER PRO SAQUAREMA 2015 é uma realização da Associação Brasileira de Surf Profissional (ABRASP), com patrocínio do Governo do Estado do Rio de Janeiro - Lei de Incentivo ao Esporte, Prefeitura Municipal de Saquarema. O apoio é da Federação de Surf do Estado do Rio de Janeiro (FESERJ) e Associação de Surf de Saquarema (ASS). O evento será transmitido ao vivo pelo www.worldsurfleague.com.

SOBRE A QUIKSILVER - A Quiksilver foi fundada em 1969 e está sediada em Huntington, na Califórnia, Estados Unidos. A marca desenvolve e distribui em todos os continentes uma linha ampla de produtos que inclui roupas, calçados e acessórios voltados para homens, mulheres e crianças. O grupo também inclui as marcas Roxy e DC Shoes e é reconhecido por oferecer produtos de qualidade voltados para praticantes de esportes com pranchas e para os adeptos da natureza, que buscam um estilo de vida proveniente de esportes ao ar livre como surf, skate, snowboarder, BMX, entre outros.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE - a World Surf League (WSL) organiza as competições anuais de surfe profissional e as transmissões ao vivo de cada etapa pelo worldsurfleague.com, com todo o drama e aventura do surfe competitivo em qualquer lugar e na hora que acontecer. As sanções da WSL são para os circuitos: World Surf League Championship Tour (CT), que define os campeões mundiais da temporada, Qualifying Series (QS), Big Wave Tour, Longboard e Pro Junior. A organização da WSL está sediada em Santa Monica, Califórnia, com escritório comercial em Nova York, além de sete escritórios regionais de apoio na organização dos eventos, na América do Norte, Havaí, América do Sul, Europa, Austrália, África e Ásia.

CAMPEÕES DO MUNDIAL WQS EM SAQUAREMA:
2014: Wiggolly Dantas (BRA) no Powerade apresenta Quiksilver Saquarema Prime
2013: Mitch Coleborn (AUS) no Coca-Cola apresenta Quiksilver Saquarema Prime
2012: Matt Wilkinson (AUS) no Coca-Cola apresenta Quiksilver Saquarema Prime
2011: Kai Otton (AUS) no Coca-Cola apresenta Oakley Saquarema Prime
2010: Willian Cardoso (BRA) no ASP 6-Star Coca-Cola Saquarema Pro
2009: Neco Padaratz (BRA) no ASP 6-Star Coca-Cola Saquarema Pro

PARTICIPANTES DO QS 10000 QUIKSILVER PRO SAQUAREMA DIVIDIDOS POR PAÍSES:
---------------por ordem do ‘seeding’ ou ranking de entradas que define os cabeças de chave:

AUSTRÁLIA - 24: 4 tops do CT, Adrian Buchan (02), Matt Wilkinson (06), Adam Melling (07) e Matt Banting (08), Garrett Parkes (17), Jack Freestone (18), Davey Cathels (28), Nathan Hedge (30), Stu Kennedy (33), Dion Atkinson (35), Yadin Nicol (38), Mitch Crews (49), Wade Carmichael (50), Brent Dorrington (51), Connor O´Leary (55), Tom Whitaker (59), Ryan Callinan (60), Mitch Coleborn (61), Perth Standlick (64), Cahill Bell-Warren (75), Thomas Woods (80), Cooper Chapman (86), Soli Bailey (90), Micheal Wright (91)

BRASIL - 23: 3 tops do CT, Jadson André (05)-RN, Wiggolly Dantas (09)-SP e Italo Ferreira (10)-RN, Tomas Hermes (16)-SC, Jessé Mendes (20)-SP, Willian Cardoso (24)-SC, Heitor Alves (39)-CE, Caio Ibelli (40)-SP, Alex Ribeiro (45)-SP, Alejo Muniz (46)-SC, Michael Rodrigues (48)-CE, David do Carmo (53)-SP, Lucas Silveira (63)-RJ, Krystian Kymerson (66)-ES, Ian Gouveia (67)-PE, Marco Fernandez (68)-BA, Deivid Silva (73)-SP, Jean da Silva (74)-SC, Hizunomê Bettero (77)-SP, Bino Lopes (78)-BA, Thiago Camarão (81)-SP, Messias Felix (95)-CE, wildcard do evento (96)

ESTADOS UNIDOS - 11: com 2 tops do CT, Kolohe Andino (01) e Brett Simpson (14), Tim Reyes (23), Michael Dunphy (26), Patrick Gudauskas (31), Tanner Gudauskas (41), Chris Ward (42), Conner Coffin (71), Nathan Yeomans (79), Luke Davis (82), Kanoa Igarashi (85),

HAVAÍ - 09: 4 tops do CT, Sebastian Zietz (03), Fredrick Patacchia (04), Keanu Asing (11) e Dusty Payne (12), Torrey Meister (29), Mason Ho (65), Granger Larsen (69), Tanner Hendrickson (76) e Ezekiel Lau (95)

PORTUGAL - 07: Tiago Pires (34), Frederico Morais (36), Vasco Ribeiro (47), Nic Von Rupp (56), José Ferreira (70), Marlon Lipke (72) e Tomas Fernandes (89)

FRANÇA - 04: o top do CT Jeremy Flores (13), Joan Duru (19), Maxime Huscenot (32) e Marc Lacomare (58)

NOVA ZELÂNDIA - 02: o top do CT Ricardo Christie (15), Billy Stairmand (27)
COSTA RICA - 02: Carlos Munoz (25) e Noe Mar McGonagle (54)
ESPANHA - 02: Gony Zubizareta (43) e Aritz Aranburu (52)
ARGENTINA - 02: Santiago Muniz (44) e Leandro Usuna (94)
JAPÃO - 02: Hiroto Ohhara (83) e Takumi Yasui (88)
IRLANDA: só o top do CT, Glenn Hall (62)
GUADALUPE: Charles Martin (21)
ILHAS CANARIAS: Jonathan Gonzalez (22)
AFRICA DO SUL: Beyrick De Vries (37)
MARROCOS: Ramzi Boukhiam (57)
ILHA REUNIÃO: Medi Veminardi (84)
TAITI : Mateia Hiquily (87)
URUGUAI: Marco Giorgi (93)

G-10 DO WORLD SURF LEAGUE QUALIFYING SERIES 2015 - 8 etapas:
1.o: Kolohe Andino (EUA) - 8.260 pontos
2.o: Alejo Muniz (BRA) - 7.550
3.o: Jack Freestone (AUS) - 6.050
4.o: Ian Gouveia (BRA) - 5.030
5.o: Mateia Hiquily (TAH) - 4.920
6.o: Stu Kennedy (AUS) - 4.595
7.o: Evan Geiselman (EUA) - 4.265
8.o: Pedro Henrique (BRA) - 4.160
9.o: Deivid Silva (BRA) - 3.960
10.o: Ryan Callinan (AUS) - 3.950
----------próximos sul-americanos até 100:
12: Jessé Mendes (BRA) - 3.650 pontos
17: Michael Rodrigues (BRA) - 3.380
19: Miguel Tudela (PER) - 3.110
20: Luel Felipe (BRA) - 3.030
31: Thiago Camarão (BRA) - 2.530
33: Hizunomê Bettero (BRA) - 2.490
38: Lucas Silveira (BRA) - 2.245
42: Jean da Silva (BRA) - 2.060
43: Alan Donato (BRA) - 2.040
46: Victor Bernardo (BRA) - 1.955
47: Willian Cardoso (BRA) - 1.950
49: Rafael Teixeira (BRA) - 1.930
53: Caio Ibelli (BRA) - 1.750
60: Leandro Usuna (ARG) - 1.620
67: Robson Santos (BRA) - 1.500
68: Matheus Navarro (BRA) - 1.460
71: Marco Giorgi (URU) - 1.430
72: Alex Ribeiro (BRA) - 1.420
76: David do Carmo (BRA) - 1.400
83: Santiago Muniz (ARG) - 1.265
84: Francisco Bellorin (VEN) - 1.260
89: Thiago Guimarães (BRA) - 1.200
93: Halley Batista (BRA) - 1.150
97: Tomas Hermes (BRA) - 1.100

Oi Rio Pro Rio de Janeiro 2015 Circuito Mundial de Surf

A etapa brasileira da World Surf League tem novo patrocínio cota naming da Oi e será apresentada pela Corona no Postinho da Barra da Tijuca, com uma estrutura alternativa no Meio da Barra para também receber os melhores do mundo entre os dias 11 e 22 de maio

 

[caption id="attachment_1986" align="aligncenter" width="500"]A etapa brasileira da World Surf League A etapa brasileira da World Surf League[/caption]

Oi Rio Pro é a nova etapa brasileira da World Surf League, que já começa a ser preparada para receber os melhores surfistas do mundo nos dias 11 a 22 de maio no Rio de Janeiro. O palco principal continua sendo no início da Barra da Tijuca, em frente às ondas do Postinho, próximo da barraca do Pepê, mas uma estrutura alternativa será instalada também no Meio da Barra (Posto 6), para ser utilizada se o mar estiver em melhores condições. O Oi Rio Pro estreia quando a capital do Rio de Janeiro completa 25 anos sediando uma das etapas válidas pelo título mundial de surfe, com a marca histórica sendo atingida em plena comemoração dos 450 anos de fundação da Cidade Maravilhosa.

O momento é especial também dentro d´água, com a participação de Gabriel Medina como primeiro brasileiro a conquistar o título mundial no circuito iniciado em 1976. E os brasileiros começaram bem a temporada 2015 do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour, com duas vitórias na "perna australiana". Adriano de Souza ganhou a última delas nas ondas poderosas de Margaret River e vai defender a liderança do ranking no Oi Rio Pro. Filipe Toledo venceu a primeira na Gold Coast e está em terceiro, com o australiano Mick Fanning entre eles. Os também paulistas Miguel Pupo e Wiggolly Dantas e os potiguares Jadson André e Italo Ferreira, completam a "seleção brasileira" entre os top-34 que disputam o título mundial e a cearense Silvana Lima é a única representante nas top-17.

"Temos em nossas diretrizes o apoio ao esporte como uma ferramenta de inclusão social e um dos elementos de aproximação junto aos nossos públicos. O patrocínio ao Oi Rio Pro, que tem como atual campeão mundial Gabriel Medina, embaixador do Oi Galera, é motivo de orgulho para a empresa", disse Bruno Cremona, Gerente de Patrocínios e Eventos da Oi. A ligação da Oi com o surfe começou em outubro de 2014, quando a empresa anunciou Gabriel Medina como atleta Oi e embaixador do Oi Galera: "O Gabriel Medina se identifica totalmente com o público-alvo da Oi e do Oi Galera. Para a Oi, o surfe e o esporte são instrumentos de transformação social, o que demonstram seu comprometimento com o futuro dos jovens, agregando valor a sua marca".

Para torcer para os brasileiros e assistir as grandes estrelas do esporte competindo nas ondas cariocas, como os campeões mundiais Kelly Slater, Mick Fanning, Joel Parkinson e C. J. Hobgood, e ainda John John Florence, Julian Wilson, Josh Kerr, Nat Young, entre outros, é só escolher o melhor lugar nas areias do Postinho ou do Posto 6 no Meio da Barra sem pagar nada, ou acompanhar a transmissão ao vivo pelo www.worldsurfleague.com. Entre os patrocinadores e apoiadores da etapa brasileira da World Surf League estão a Oi, Samsung e Corona, Prefeitura do Rio de Janeiro, Governo do Estado do Rio de Janeiro pela Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude, Lei de Incentivo ao Esporte, além de Jeep, Go Pro, Coppertone e Guaraná Antarctica.

"Seja na Barra da Tijuca, no Arpoador, na Prainha ou em São Conrado, o surfe está na alma do carioca", disse o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes. "Receber a elite mundial do surfe em mais uma etapa do World Championship Tour, é uma honra para a cidade e para os cariocas amantes do esporte. A realização do Circuito Mundial de Surfe reforça a vocação do Rio em sediar grandes eventos esportivos. E não há nada que combine mais com o carioca do que uma competição que lota as nossas areias, tendo como cenário não apenas tubos e aéreos desses monstros do esporte, mas as belezas naturais da Cidade Maravilhosa que emolduram suas impressionantes manobras. E a etapa carioca ganha um sabor especial este ano, sendo promovido no país do primeiro brasileiro campeão mundial, Gabriel Medina".

O prazo do Oi Rio Pro começa em 11 de maio e vai até o dia 22, mas ele pode ser completado em apenas seis dias. Este período alongado é para que a competição aconteça nas melhores ondas possíveis. A comissão técnica se reúne sempre nas primeiras horas de cada manhã para analisar as condições do mar e decidir se haverá competição e qual categoria abrirá o dia, se a masculina ou a feminina, além de onde será disputada. No caso do Rio de Janeiro esse ano, ou no palco principal no Postinho da Barra da Tijuca, ou na estrutura alternativa no Meio da Barra. O primeiro dia é imperdível, pois todos competem na rodada de apresentação dos melhores surfistas do mundo no Oi Rio Pro.

"Vivemos um dos melhores momentos da história do surfe brasileiro e é um orgulho para a Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude, apoiar essa etapa do mundial de surfe", disse Marco Antônio Cabral, Secretário de Esporte, Lazer e Juventude do Governo do Estado do Rio de Janeiro. "O esporte gera inclusão social e transmite valores para nossas crianças e jovens. Estamos muito empolgados em levar cada vez mais competições e aproximar o público de grandes atletas. Sucesso a todos os surfistas e boas ondas".

HISTÓRIA E TRADIÇÃO - A etapa carioca é uma das mais tradicionais e importantes do Circuito Mundial. Foi na Barra da Tijuca que o maior ídolo do esporte em todos os tempos, Kelly Slater, confirmou o primeiro dos seus onze títulos mundiais em 1992. O australiano Mark Occhilupo em 1999 e o havaiano Sunny Garcia em 2000, também garantiram os seus únicos troféus de melhor surfista do mundo no Brasil, antes das etapas finais no Havaí. Mais recentemente, já no pico do Postinho, o australiano Joel Parkinson deu a arrancada para conquistar o título mundial de 2012, com o vice-campeonato na final vencida pelo havaiano John John Florence.

A história do Rio de Janeiro no cenário internacional do esporte de surfar ondas, começou junto com o Circuito Mundial em 1976, primeiramente organizado pela IPS (International Professional Surfers) nas saudosas etapas da Praia do Arpoador, conhecida como o berço do surfe na Cidade Maravilhosa. E dois cariocas legítimos foram os campeões das primeiras etapas disputadas no Brasil, Pepê Lopes e Daniel Friedman em 1977. O evento logo ganhou fama mundo afora e os estrangeiros levaram as outras quatro edições da extinta IPS no Arpoador, os australianos Cheyne Horan (1978 e 1981) e Terry Richardson (1982), e o norte-americano Joey Buran (1980). Em 1979, ela não foi realizada por falta de patrocínio.

MAIS VITÓRIAS BRASILEIRAS - Em 1983, o Circuito Mundial passou a ser organizado pela Association of Surfing Professionals (ASP), que em 2015 mudou de nome para World Surf League (WSL). O Brasil só voltou a sediar uma das etapas válidas pelo título mundial da ASP em 1986, mas em Florianópolis (SC). O Rio de Janeiro retornou ao calendário em 1988 já na Barra da Tijuca, próximo ao condomínio Barramares, onde ficou por 14 anos consecutivos, até 2001.

Os australianos dominaram o alto do pódio neste período com oito vitórias, três delas conquistadas por Dave Macaulay em 1988, 1989 e 1993. Dois brasileiros também comemoraram títulos no Meio da Barra, Flavio "Teco" Padaratz em 1991 e Peterson Rosa em 1998. No ano seguinte, foi a vez da carioca Andrea Lopes se tornar a primeira brasileira a ganhar uma etapa do WCT. A capital carioca perdeu a etapa brasileira em 2002, quando foi realizada pela única vez na Praia de Itaúna, em Saquarema, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro.

Em 2003, ela mudou para Santa Catarina e só retornou 10 anos depois para a Barra da Tijuca, com Adriano de Souza conquistando o título para delírio de uma enorme torcida que lotou a praia em 2011 e gritava "Mineiro, Mineiro, Mineiro", mais parecendo um estádio de futebol. Foi a última vitória brasileira na capital carioca e Mineirinho chegou perto de repetir o feito em 2013. Ele passou por Gabriel Medina na semifinal, mas perdeu a decisão para o sul-africano Jordy Smith. Os estrangeiros dominaram o alto do pódio nas ondas do Postinho, com o havaiano John John Florence vencendo em 2012 e Michel Bourez em 2014, taitiano que vai defender o título este ano no Oi Pro Rio.

FEMININO NO OI RIO PRO - O Oi Rio Pro será a quarta etapa do Samsung Galaxy World Surf League Championship Tour masculino e feminino, com as melhores surfistas do mundo também se apresentando no Rio de Janeiro no mesmo período de 11 a 22 de maio. Se no masculino, o Brasil tem sete representantes - Gabriel Medina, Filipe Toledo, Adriano de Souza, Miguel Pupo, Wiggolly Dantas, Jadson André e Italo Ferreira - na elite dos top-34 que disputam o título mundial, entre as meninas é só a cearense Silvana Lima no seleto grupo das top-17. Nas 12 etapas femininas realizadas no Rio de Janeiro entre 1977 e 2014, a única vitória brasileira foi mesmo a da Andréa Lopes em 1999. Oito foram vencidas pelas australianas, com Pauline Menczer sendo a recordista com o tricampeonato em 1994, 1997 e 1998.

A OI E O ESPORTE - A Oi tem longo histórico de apoio ao esporte, com patrocínios a grandes eventos, equipes e atletas. A Oi foi uma das patrocinadoras oficiais da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014 e da Copa das Confederações da FIFA Brasil 2013, também apostou no basquete patrocinando o NBA Global Games Rio 2014 e o torneio NBA 3X com o Oi Galera, que tem como embaixador o campeão mundial Gabriel Medina. Neste ano, já patrocinou os Jogos Cariocas de Verão e o Oi Bowl Jam de skate e o incentivo da Oi a projetos esportivos, principalmente de esportes radicais e urbanos, é um dos pilares de investimento de marketing da Oi. A companhia tem grande expertise na participação, seja com patrocínio ou prestação de serviços de telecomunicações, em grandes competições realizadas no país e a etapa brasileira da World Surf League é mais uma delas.

SOBRE A WORLD SURF LEAGUE - a World Surf League (WSL) organiza as competições anuais de surfe profissional e as transmissões ao vivo de cada etapa pelo worldsurfleague.com, onde você pode acompanhar todo o drama e aventura do surfe competitivo em qualquer lugar e a qualquer hora onde acontecer. As sanções da WSL são para os seguintes circuitos: World Surf League Championship Tour (CT), que define os campeões mundiais da temporada, Qualifying Series (QS), Big Wave Tour, Pro Junior e Longboard. A organização da WSL está sediada em Santa Monica, Califórnia, com escritório comercial em Nova York. A WSL também tem sete escritórios regionais de apoio na organização dos eventos na África, Ásia, Austrália, Europa, Havaí, América do Norte e América do Sul.

Oi Rio Pro é apresentado pela Corona com patrocínio da Oi, Samsung, Riotur, Prefeitura do Rio de Janeiro, Governo do Estado do Rio de Janeiro, com a Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude, Lei de Incentivo ao Esporte, além da Jeep, Go Pro, Coppertone e Guaraná Antarctica. A etapa brasileira do WCT será transmitida ao vivo pelo www.worldsurfleague.com

CAMPEÕES DA ETAPA BRASILEIRA DO MUNDIAL DE SURF NO RIO DE JANEIRO:
WCT 2014 - Michel Bourez (TAH) - Postinho da Barra da Tijuca - Rio de Janeiro (RJ)
WCT 2013 - Jordy Smith (AFR) - Postinho da Barra da Tijuca - Rio de Janeiro (RJ)
WCT 2012 - John John Florence (HAV) - Postinho da Barra e Arpoador - Rio de Janeiro (RJ)
WCT 2011 - Adriano de Souza (BRA) - Barra da Tijuca e Arpoador - Rio de Janeiro (RJ)
WCT 2002 - Taj Burrow (AUS) - Praia de Itaúna, Saquarema (RJ)
WCT 2001 - Trent Munro (AUS) - Móvel no Rio de Janeiro e finais no Arpoador (RJ)
WCT 2000 - Kalani Robb (HAV) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 1999 - Taj Burrow (AUS) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 1998 - Peterson Rosa (BRA) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 1997 - Kelly Slater (EUA) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 1996 - Taylor Knox (EUA) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 1995 - Barton Lynch (AUS) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 1994 - Shane Powell (AUS) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 1993 - Dave Macaulay (AUS) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 1992 - Damien Hardman (AUS) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
ASP 1991 - Flávio Padaratz (BRA) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
ASP 1990 - Brad Gerlach (EUA) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
ASP 1989 - Dave Macaulay (AUS) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
ASP 1988 - Dave Macaulay (AUS) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
IPS 1982 - Terry Richardson (AUS) - Praia do Arpoador, Rio de Janeiro (RJ)
IPS 1981 - Cheyne Horan (AUS) - Praia do Arpoador, Rio de Janeiro (RJ)
IPS 1980 - Joey Buran (EUA) - Praia do Arpoador, Rio de Janeiro (RJ)
IPS 1978 - Cheyne Horan (AUS) - Praia do Arpoador, Rio de Janeiro (RJ)
IPS 1977 - Daniel Friedman (BRA) - Praia do Arpoador, Rio de Janeiro (RJ)
IPS 1976 - Pepê Lopes (BRA) - Praia do Arpoador, Rio de Janeiro (RJ)

CAMPEÃS DAS ETAPAS FEMININAS DO MUNDIAL DE SURF NO RIO DE JANEIRO:
WCT 2014 - Sally Fitzgibbons (AUS) - Postinho da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 2013 - Tyler Wright (AUS) - Postinho da Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 2012 - Sally Fitzgibbons (AUS) - Postinho da Barra e Arpoador, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 2011 - Carissa Moore (HAV) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 2008 - Melanie Bartels (HAV) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 1999 - Andréa Lopes (BRA) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 1998 - Pauline Menzer (AUS) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 1997 - Pauline Menczer (AUS) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 1994 - Pauline Menczer (AUS) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 1993 - Neridah Falconer (AUS) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
WCT 1992 - Wendy Botha (AFR) - Barra da Tijuca, Rio de Janeiro (RJ)
IPS 1977 - Margo Oberg (AUS) - Praia de Ipanema, Rio de Janeiro (RJ)

Confirmado Campeonato Mundial de Bodyboard em Itacoatiara

Evento, que acontece de 02 a 12 de julho, terá distribuição de 120 mil reais em prêmios

Niterói (RJ) - 27 de abril de 2015 - A Prefeitura de Niterói, através da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (SMEL), em parceria com o Governo do Estado do Rio de Janeiro, confirmou a edição 2015 do Itacoatiara Pro - Campeonato Mundial de Bodyboard. A competição acontece de 02 a 12 de julho, na Praia de Itacoatiara, com transmissão ao vivo pela internet para mais de 150 países e premiação de 120 mil reais.

[caption id="attachment_1983" align="aligncenter" width="500"]Campeonato Mundial de Bodyboard em Itacoatiara: local de Itacoatiara Kalani Latanzi - Foto: Alexandre Paredes local de Itacoatiara Kalani Latanzi - Foto: Alexandre Paredes[/caption]

Em uma ação conjunta, os secretários Bruno Souza, da SMEL, e Marco Antônio Cabral, que assumiu este ano a Secretaria de Estado de Esporte, Lazer e Juventude (SEELJE), anunciaram a realização da primeira etapa do circuito mundial de 2015, trazendo uma novidade: a inclusão da categoria Pro-Jr, permitindo que atletas até 18 anos disputem, pela primeira vez, um título mundial.

A notícia é ótima para os atletas locais que fazem bonito na cena internacional. Dudu Pedra e José Otávio, dois dos principais atletas de Niterói, estarão entre os favoritos ao título da etapa e, junto deles, o baiano Uri Valadão, melhor brasileiro no tour, que finalizou o circuito em terceiro lugar no ano passado. O atual campeão mundial, Amaury Lavernhe, já confirmou presença. Quem também garantiu que estará no Brasil para o campeonato é o nove vezes campeão mundial e maior ídolo do esporte, o havaiano Mike Stewart, que com 50 anos continua entre os oito melhores do mundo. Os campeões mundiais Ben Player, da Austrália, e Pierre Louis Costes, da França, e o vencedor de 2014, o sul africano Jared Houston, também irão figurar entre os principais candidatos ao título da competição.

Com a reformulação do circuito pela direção da Association of Professional Bodyboarders (APB), o Itacoatiara Pro será um evento Grand Slam cinco estrelas com a máxima pontuação oferecida neste ano. As próximas paradas do circuito serão Chile, Austrália e Maldivas. A competição tem uma janela de espera de onze dias para que as disputas aconteçam nas melhores condições possíveis, já que o bodyboard praticado profissionalmente exige ondas grandes e tubulares, como as da praia de Itacoatiara.

Atividades diversas e projetos paralelos ligados ao meio ambiente, gastronomia e cultura prometem transformar a competição, que faz parte do calendário oficial de eventos de Niterói, em um grande festival esportivo. “Após três anos seguidos de sucesso, o Itacoatiara Pro, que é um dos principais eventos internacionais da cidade de Niterói, acaba de ganhar mais força com a parceria do Governo do Estado e tende a se tornar o maior evento de bodyboard do mundo”, afirmou o secretário Bruno Souza.

Comerciantes da Região Oceânica de Niterói comemoram a realização do evento

A realização do Itacoatiara Pro é, anualmente, comemorada pelos frequentadores e moradores da Região Oceânica de Niterói. O evento foi abraçado pela comunidade e, além de estar em total sintonia com as políticas de preservação do meio ambiente e sustentabilidade, através de ações práticas de conscientização, traz um aquecimento notório para o comércio da região. "Toda a região fica movimentada e o clima de euforia toma conta dos jovens adeptos da modalidade que é febre por aqui, ressalta Patrícia Crespo, nutricionista e responsável pelo Restaurante Saboreando.

Cartão postal reconhecido internacionalmente, a praia de Itacoatiara se transforma na capital mundial do bodyboard, colocando a cidade de Niterói no patamar de locais como o Hawaii e a Indonésia, onde estão as maiores e mais perfeitas ondas do mundo.

Mais informações nos sites: www.itacoatiarapro.com e  www.apbtour.com

Final do Rip Curl Grom Search Internacional

Com previsão de boas ondas, Final do Rip Curl Grom Search Internacional, apresentada por GoPro, é confirmada para sexta-feira e sábado na Praia de Maresias, em São Sebastião

O feriadão de 1º de maio promete ser agitado e de muito surf de qualidade na praia de Maresias, em São Sebastião. A organização da Final do Rip Curl Grom Search Internacional, apresentada por GoPro, confirmou para sexta-feira e sábado, dias 1 e 2, a realização das disputas que definirão os novos campeões mundiais sub16. A “janela” de espera pelas melhores condições do mar foi iniciada na terça-feira e tem seu término no domingo.Rip Curl Grom Search - Foto de Munir El Hage

“A previsão indica boas ondas tanto na sexta quanto no sábado e estamos confirmando as disputas nesses dias para coroar os campeões mundiais no masculino e feminino com até 16 anos”, disse o diretor de prova, Fernando Gonzalez. “Enquanto as perfeitas ondas não chegam a Maresias, a garotada está se divertindo bastante com atividades que programamos, como sessões de treinos em praias próximas”, acrescentou.

Entre as ações realizadas houve o treino oficial com todos os finalistas na vizinha praia de Cambury. “Também teremos o Brasil x Mundo no ‘Tamo Junto’ Surf Treino, com oito convidados locais e os quatro atletas brasileiros da Final contra os 12 surfistas internacionais, palestra com Charles, pai do Gabriel Medina falando da trajetória até o título do WCT e também os desafios de treinar um atleta de ponta para se tornar campeão”, anuncia Fernando.

As disputas começarão nos dois dias, às 9 horas. O formato do evento será de dois rounds iniciais, não eliminatórios, seguidos de baterias homem a homem, já na fase de classificação. Serão 16 atletas de dez países, oito no masculino e oito no feminino. Quatro deles brasileiros, os campeões do Rip Curl Grom Search Brasil de 2014, Samuel Pupo e Kayane Reis, e dois convidados locais, Heitor Duarte e Lorrana Lima.

Na lista dos atletas estrangeiros estão Raju Sena (Indonésia), Kei Kobayashi (Estados Unidos), Len’s Arancibia (França), Keru Batle (Nova Zelândia), Max “Rulo” (Argentina) e Roberto Araki (Chile), na masculina, Jaleesa Vincent (Austrália), Cintia Hansel (Indonésia), Caroline Marks (Estados Unidos), Ariane Ochoa (Espanha), Raiha Ensor (Nova Zelândia) e Leilane McGonable (Costa Rica), entre as meninas.

Vale lembrar que o tradicional evento que define os campeões sub16 é realizado no Brasil pela primeira vez, em homenagem ao campeão do WCT, Gabriel Medina, que mora em Maresias. Ele, inclusive, é o anfitrião dos novos valores, esteve presente na cerimônia de abertura, interagindo com todos e os acompanhará numa sessão de surf com ida de barco num ‘secret spot’, em praia do litoral norte do Estado.

A Final Internacional do Rip Curl Grom Search em Maresias é apresentada por GoPro – Be a Hero, com apoios de Posca e Coconut’s Maresias Hotel. Colaboração da Federação Paulista de Surf, Prefeitura de São Sebastião, Associações de Surf de Maresias (ASM) e de São Sebastião (ASSS). Cobertura da Revista Fluir e Site Waves, com divulgação da FMA Notícias e realização da Rip Curl.

Final do Rip Curl Grom Search Internacional

Gabriel Medina recepciona novos talentos do surf mundial para a Final do Rip Curl Grom Search

Com direito a demonstrar as suas habilidades também na capoeira, o campeão mundial do WCT, Gabriel Medida deu as boas vindas aos participantes da Final do Rip Curl Grom Search Internacional, apresentada por GoPro, no final da tarde desta segunda-feira (27), na praia de Maresias, em São Sebastião. Literalmente no quintal de casa, Medina mostrava-se feliz em reviver o que já passou cinco anos atrás, quando foi campeão desse mesmo evento, na Austrália, em 2010, dando o impulso à sua carreira.Abertura Rip Curl Grom Search Internacional Foto Munir El Hage

O campeonato é realizado no Brasil pela primeira vez, justamente para homenagear o campeão do WCT e ele fez as vezes de anfitrião, com discurso, muitas fotos e interação com os novos talentos e até mesmo um jantar. Em sua fala, em inglês destacou que aprendeu o idioma justamente por causa desse campeonato e ensinou o termo “Tamo Junto” em português, fazendo os atletas de Estados Unidos, Austrália, Nova Zelândia, Indonésia, França, Espanha, Argentina, Chile e Costa Rica repetirem em voz alta.

As disputas serão realizadas nos dois dias que apresentarem as melhores condições de ondas até o domingo (3). São 16 competidores, oito no masculino e oito no feminino, todos com idade limite de 16 anos. Na cerimônia de abertura, realizada no Hotel Coconuts Maresias, os surfistas desfilaram com as bandeiras de seus países. Depois, acompanharam uma demonstração de capoeira, conhecendo um pouco mais da cultura do Brasil.

Na sequência, os mestres do esporte chamaram os novos valores para aprenderem um pouco do jogo. Na roda de capoeira, o primeiro a entrar foi Gabriel Medina, que mostrou ter habilidade nos golpes. “Nunca treinei. É só de olhar. Gosto muito”, comentou o campeão, que acabou incentivando os competidores a também tentarem, num momento de total descontração e interação.

Gabriel ainda pretende acompanhar as finais e também terá um dia para surfar com os 16 atletas em alguma praia do litoral norte. Sem pressão, em casa, o campeão do WCT falou do prazer em ser o hostess da molecada. “É muito bom estar em casa, ainda mais recebendo essa nova geração. É uma honra ter esse campeonato em Maresias. É legal estar assistindo eles de perto. Já passei por isso em 2010”, afirmou Medina, rodeado pelos atletas.

Apesar de falar que ainda é um iniciante para dar conselhos aos mais novos, ele sabe que sua presença é um grande incentivo aos competidores. “Em 2010 não tive ninguém do WCT que pudesse me dar um toque. Acho legal ter um exemplo, alguém lá de dentro do WCT, para interagir com eles esses dias, passar como é. E quero compartilhar com eles”, comentou.

“Para mim ainda é difícil dar conselhos, ainda estou me acostumando com isso. o que tento passar é treinar bastante, confiar e ter muita fé, porque no nosso esporte precisamos muito desses fatores, e dar seu máximo, como se fosse o seu último dia competindo”, destacou Gabriel Medina.

Feliz por estar em casa, fugindo de toda a pressão (surfou de manhã tranquilamente), ele revelou um dos principais motivos que o atraem para Maresias. “É onde descanso, tenho minha família, fico longe de um monte de gente em volta e tem a comida, sinto muita falta disso”, disse.

A organização do campeonato analisará as condições do mar e na quarta-feira anunciará se as disputas começam na quinta ou sexta-feira, dia que a previsão aponta com as melhores ondas. Enquanto a disputa não é realizada, os atletas surfarão em Maresias e outras praias de São Sebastião. Também está previsto uma sessão de surf no “secret spot” em uma praia, com ida de barco e presença de Gabriel Medina.

BRASILEIRO – Nesta segunda-feira, foi realizada a final nacional do Rip Curl Grom Search, que teve Medina como espectador. O catarinense Anderson Júnior e a carioca Luara Thompson faturaram os títulos, garantindo as vagas para representar o Brasil na final internacional do evento, em 2016.

Entre as meninas, Luara superou a catarinense Thainá Hinckel, grande revelação do esporte, com apenas 11 anos, enquanto que no masculino Anderson Júnior teve como rivais diretos os paulistas Alax Soares e Gabriel Ramos.

A Final Internacional do Rip Curl Grom Search em Maresias é apresentada por GoPro – Be a Hero, com apoios de Posca e Coconut’s Maresias Hotel. Colaboração da Federação Paulista de Surf, Prefeitura de São Sebastião, Associações de Surf de Maresias (ASM) e de São Sebastião (ASSS). Cobertura da Revista Fluir e Site Waves, com divulgação da FMA Notícias e realização da Rip Curl.